Eu gosto de saborear um bom escondidinho de legumes; de carne seca (desfiada) ou de calabresa... Hum!!! estes são os meus preferidos. Vou deixar aqui uma dica que facilita em muito a minha receita. Faça um purê de batata, mandioca ou abóbora (o que quiser) e monte o seu escondidinho como se fosse uma lasanha. A última camada opte por queijo e óregano e leve para gratinar, ou apenas o purê, orégano e 20 minutos de forno para gratinar. Ao retirar do forno espalhe batata palha por cima. Fica sempre uma delícia. Use o que a sua imaginação mandar e Surpreenda-se com a cor, o aroma e o sabor deste prato!
"O Escondidinho. Esta delícia, encontrada na cozinha de diversas regiões do Brasil, pode ter como base a mandioca (macaxeira/aipim); a batata (minha preferida); a abóbora, e o recheio que a criatividade brasileira mandar, como: carne seca; carne moída; legumes; frango; calabresa; camarão, salsicha... acrescente-se ao recheio temperos, cheiro-verde, alho, cebola...; ao purê acrescente requeijão... Pronto. Sirva-se de uma receita deliciosa que cai bem em qualquer ocasião, da simples a mais sofisticada; podendo muito bem ser um prato representativo do nosso país". Elizabeth Nogueira
Surpreenda sua família com este escondidinho de carne seca. É uma receita simples e deliciosa.
Escondidinho de Carne Seca
Tipo de Culinária: Sudeste
Categoria: Pratos Principais
Subcategorias: Carnes
Rendimento: 4 porções
Ingredientes
500 gr de carne seca
1 kg de mandioca
1/2 unidade(s) de cebola ralada(s)
quanto baste de cheiro-verde
1 copo(s) de requeijão
quanto baste de azeite
quanto baste de leite
quanto baste de manteiga Mococa
quanto baste de sal
Modo de Fazer:
De véspera coloque a carne seca de molho e vá trocando a água para tirar o sal. Cozinhe a carne seca e depois de cozida, retire a gordura e desfie em pedaços médios, reserve. cozinhe a mandioca até que fique bem macia. Faça um purê com pouco leite (para ressaltar o gosto da mandioca), manteiga e sal. Em uma panela, refogue a cebola no azeite. Adicione a carne seca e a salsa e cebolinha, deixe apurar um pouco. Em um pirex coloque o purê de aipim, por cima a carne seca e cubra com um copo de requeijão. Leve ao forno quente rapidamente para derreter o requeijão.
FONTE:
Escondidinho
por:
Chef Rodrigo Anunciato
Formado em gastronomia pelo Senac e Professor de Gastronomia na Universidade Católica de Santos.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Dispostos a Ouvirem a Deus
Em Isaías 1:18-19, Deus faz um convite a Israel para resolverem um assunto que precisava de uma solução:
"Venham, vamos discutir a questão, diz o Senhor. Ainda que os seus pecados sejam como o escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã. Se estiverem dispostos e me ouvirem, vocês comerão o melhor desta terra".
Deus convida o povo para um diálogo, prometendo perdão total (pecados escarlates se tornarão brancos como neve/lã) se eles se arrependerem e obedecerem, resultando em bênçãos e fartura na terra.
Os versículos 18 e 19 destacam com clareza do convite de Deus para uma discussão e a transformação radical oferecida. É um convite de Deus ao diálogo e ao perdão, prometendo purificar até os pecados mais graves (representados pela cor vermelha). Estabelece uma condição para a prosperidade: a disposição para ouvir e a atitude de obediência.
Frequentemente, Isaías 1 é chamado de "A Grande Queixa" ou o "Tribunal de Deus". O profeta apresenta uma acusação formal contra o Reino de Judá, descrevendo a corrupção moral e o vazio religioso do povo.
O capítulo começa com Deus convocando os céus e a terra como testemunhas. Ele lamenta que, enquanto os animais reconhecem seus donos, o povo de Israel não reconhece o seu Deus.
Deus expressa seu cansaço com os rituais externos (sacrifícios, festas e orações) realizados por um povo cujas mãos estão "cheias de sangue". Ele enfatiza que a religião sem justiça social e pureza de coração é abominável.
No versículo 18, há um dos convites mais famosos da Bíblia: "Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve".
O Senhor exige ações práticas: "aprendei a fazer o bem; praticai o que é reto; ajudai o oprimido; fazei justiça ao órfão; tratai da causa das viúvas".
O capítulo termina com a promessa de que Deus purificará a cidade (Jerusalém) por meio do juízo, removendo os rebeldes e restaurando a justiça.
Deus repreende seu povo por sua infidelidade e injustiça, mas oferece esperança de restauração para aqueles que se voltarem para Ele, contrastando com o destino dos que persistem na rebelião e abandono.
Isaías 1:27, diz "Sião será redimida pela justiça, e os que se arrependerem serão restaurados pela retidão".
Em diversas traduções da Bíblia, fala sobre a redenção de Sião (Jerusalém/o povo de Deus) através da justiça e retidão, prometendo que aqueles que se arrependerem e voltarem para Deus serão restaurados, enquanto os rebeldes e pecadores que abandonam o Senhor serão destruídos, sendo comparados a um carvalho que seca ou jardim sem água.
A frase "um carvalho que seca ou jardim sem água", em Isaías 1:30, descreve o destino de um povo que se afasta de Deus, simbolizando a falta de vida, a desilusão e a vergonha após rejeitarem os verdadeiros caminhos, sendo comparados a árvores sem viço e jardins sem irrigação, ao contrário da promessa de restauração com água e Espírito Santo encontrada em outros capítulos como o 44:1-3:
"Porque derramarei água sobre o sedento e rios sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua semente e a minha bênção sobre os teus descendentes. E brotarão entre a erva, como salgueiros junto aos ribeiros das águas".
Essa passagem mostra a restauração plena que Deus oferece, saciando a sede espiritual e trazendo vida, assim:
1. derramarei água sobre o sedento;
2. derramarei rios sobre a terra seca;
3. derramarei o meu Espírito sobre a tua semente;
4. derramarei a minha bênção sobre os teus descendentes; e
5. derramamento do Espírito Santo: - "...brotarão entre a erva, como salgueiros junto aos ribeiros das águas".
Significa restauração de Israel e bençãos de Deus, mesmo em meio a aridez. Uma licença poética de Deus prometendo renovação, vida, crescimento abundante para Seu povo, comparando-os aos salgueiros, plantas que florescem onde há água.
Autoria: Elizabeth Nogueira *****
domingo, 19 de julho de 2009
Os Sonhos de Deus
Os sonhos de José do Antigo Testamento, o José "do Egito", foi a forma que Deus se comunicou revelando as profecias a José, mostrando o futuro. A história é incrível, porém muito extensa. Vou resumir e naquilo que faltar, indico a leitura de parte do Livro 😉(Gênesis 37 - 41).
Os "Sonhos de José" refere-se principalmente aos sonhos proféticos do José do Antigo Testamento (Gênesis), que prefiguravam sua futura ascensão e a reverência de sua família (feixes de trigo, sol, lua e estrelas se curvando). Esses sonhos são temas bíblicos centrais sobre fé, provação e o cumprimento dos planos (propósito) divino.
Sonhos de José (Antigo Testamento - Gênesis 37)
Sonho 1: José sonha que ele e seus irmãos estavam no campo, e os feixes dos irmãos se curvaram ao feixe de José, gerando ciúmes e ódio.
Sonho 2: José sonha com o sol, a lua e onze estrelas se curvando para ele, confirmando a reverência futura de sua família, o que também aumentou o desprezo dos irmãos e a reflexão do pai.
Esses sonhos, na verdade, foram o catalisador (dispositivo que acelera) que gerou "o motivo", a razão para que os irmãos de José o vendessem como escravo. Os sonhos apontam para sua futura posição de poder no Egito, onde a providência divina agindo através dele "salvou" sua família, o Egito e povos vizinhos da fome.
Interessante que tudo começou com os Sonhos de José...
Então, o Faraó sonhou com sete vacas gordas devoradas por sete magras, e com sete espigas cheias devoradas por sete espigas secas.. Os sonhos eram incomuns. O Faraó convocou todos os seus magos e sábios, mas nenhum deles foi capaz de interpretar os sonhos de Faraó de forma satisfatória ou convincente, o que deixou o Faraó perturbado. Ninguém no Egito conseguia interpretar seus sonhos.
O copeiro do Faraó, que havia se esquecido de José por dois anos, lembrou-se dele e contou ao Faraó sobre a capacidade de José em interpretar sonhos com precisão (pois o sonho do próprio copeiro e do padeiro haviam se cumprido exatamente como José previra. O Faraó mandou trazer José a sua presença para interpretar os sonhos.
José, deixou bem claro que a habilidade de interpretar os sonhos não vinha dele mesmo, mas sim de Deus. "Isso não está em mim; Deus dará a Faraó uma resposta de paz" (favorável) Genesis 41: 16. A resposta pode ter impressionado o Faraó, que acreditava na conexão entre o divino e a realeza.
Deus salvou o Egito da fome quando José interpretou corretamente os sonhos do Faraó.
José interpretou os dois sonhos do Faraó como tendo um único significado previam sete anos de grande fartura seguidos por sete anos de escassez severa (fome), o que fazia sentido para o Faraó, pois a duplicidade do sonho indicava que a mensagem era certa e havia sido estabelecida por Deus.
Além da interpretação, José também apresentou um plano de ação concreto e sensato para lidar com a situação, sugerindo ao Faraó que nomeasse administradores para recolher e armazenar um quinto da produção de grãos (colheita) durante os anos de fartura.
A combinação da falha de seus próprios conselheiros, a natureza convincente e a origem divina da interpretação, e a proposta de uma solução administrativa eficaz convenceram o Faraó da sabedoria de José, levando-o a confiar nele e a colocá-lo como governador do Egito.
Faraó encarregou José dessa tarefa. José implementou um plano de armazenamento de grãos durante os anos de abundância. Assim, foi estocado grãos em grandes quantidades, comparáveis à areia do mar, em cidades por todo o Egito.
Quando os sete anos de fome chegaram, José abriu os depósitos e vendeu os grãos para os egípcios e povos vizinhos, que vinham ao Egito buscar alimento, salvando-os da morte. A fome foi tão severa que mesmo os egípcios venderam suas terras e, se tornaram servos em troca de comida...
Essa história demonstra a sabedoria de José e a providência divina.
Quando a fome chegou foi a distribuição dos alimentos estocados que permitiu que fossem salvos da fome o povo egípcio, a família de José (israelitas que migrarem para o Egito); e, povos circunvizinhos.
Certo é que, o que tornou o José, do Antigo Testamento, o segundo homem mais poderoso do Egito, foi a sua disposição em se colocar a serviço dos propósitos (sonhos) de Deus para a sua vida.
Deus ainda nos fala através de sonhos, sendo a Bíblia (as Escrituras) a revelação completa e principal para nos guiar dentro dos propósitos; os sonhos devem sempre ser interpretados à luz da Palavra de Deus (Bíblia).
A canção "Os Sonhos de Deus", gravada por Nani Azevedo, foi lançada originalmente em 2008 pela gravadora Central Gospel Music. Foi escrita pelo compositor Moisés Cleyton. Tornou-se um dos maiores sucessos da carreira do cantor, integrando o álbum e DVD Excelência, gravado ao vivo.
Recentemente, em outubro de 2024, Nani Azevedo lançou uma releitura dessa canção com influências dos gêneros country e folk.
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