¹² Agora, pois, ó Israel, que é que o Senhor teu Deus pede de ti, senão que temas o Senhor teu Deus, que andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao Senhor teu Deus com todo o teu coração e com toda a tua alma, ¹³ Que guardes os mandamentos do Senhor, e os seus estatutos, que hoje te ordeno, para o teu bem? Deuteronômio 10:12-13
Deus pede ao povo de Israel para temer, amar e servir ao Senhor com todo o coração, e guardar seus mandamentos e estatutos, que são dados para o próprio bem e felicidade do povo, destacando que a obediência traz prosperidade e uma vida plena com Deus.
Após relatar as maravilhas de Deus, o texto de Deuteronômio pergunta o que Ele realmente exige, respondendo: temer, andar em Seus caminhos, amar e servir com total entrega.
A finalidade de guardar os mandamentos não é uma obrigação vazia, mas para o benefício do próprio povo, garantindo seu bem-estar e felicidade. O coração e a alma devem estar inteiramente dedicados a Deus, mostrando uma entrega completa e um viver íntegro.
Deuteronômio registra a restauração da aliança após a quebra das primeiras tábuas, onde Deus escreve novamente os Dez Mandamentos e reafirma o que Ele realmente pede de Israel: temê-Lo, amá-Lo, andar em Seus caminhos, servi-Lo de todo coração e guardar Seus preceitos para alcançar a felicidade.
Após Moisés, quebrar as primeiras tábuas por causa da idolatria do bezerro de ouro, ele sobe novamente ao monte. Deus escreve novamente os Dez Mandamentos, simbolizando uma segunda oportunidade e a restauração do relacionamento com Israel. As novas tábuas com os Dez Mandamentos escritos por Deus, que são colocadas na arca da aliança.
A tribo de Levi é separada para carregar a arca da aliança, ministrar diante do Senhor e abençoar em Seu nome, reforçando a ordem no serviço sagrado.
O texto sintetiza as exigências divinas em cinco ações - v. 12-13: 1- temer ao Senhor, 2 - andar em Seus caminhos, 3 - amá-Lo, 4 - servi-Lo de todo o coração e alma, e 5 - guardar Seus mandamentos para o próprio bem e felicidade do ser humano.
Moisés exorta o povo a "circuncidar o coração" (v. 16), o que significa remover a obstinação e a resistência espiritual para ter uma obediência genuína, não apenas externa.
O capítulo descreve Deus como o "Deus dos deuses", poderoso e temível, que não faz acepção de pessoas nem aceita suborno. Por ser o defensor dos órfãos, viúvas e estrangeiros, Ele ordena que Israel também ame e proteja os estrangeiros, lembrando que eles próprios já foram estrangeiros no Egito v. 17-19.
O capítulo 10:22 conclui que, embora Israel tenha descido ao Egito com apenas 70 pessoas (a família de Jacó), Deus os tornou numerosos como as estrelas. E, dá ordem a Moisés para levantar e continuar liderando Israel à frente....
"Porém o SENHOR me disse: Levanta-te, põe-te a caminho diante do povo, para que entre e possua a terra que, sob juramento, prometi dar a seus pais", Deuteronômio 10:11.
"Ao Senhor teu Deus temerás; a ele servirás, e a ele te chegarás, e pelo seu nome jurarás." (v. 20):
Temer: Não um medo paralisante, mas um profundo respeito e reverência que leva à obediência.
Servir: Dedicar a vida a Ele, cumprindo Seus mandamentos.
Apegar-se (ou chegar-se): Manter-se próximo e fiel a Deus.
Jurar pelo Seu nome: Fazer juramentos e votos somente em nome de Deus, demonstrando Sua santidade e autoridade.
"Ele é o teu louvor e o teu Deus, que te fez estas grandes e terríveis coisas que os teus olhos têm visto." (v. 21):
Louvor: Deus é a razão e a fonte de todo cântico e exaltação.
Grandes e terríveis coisas: Refere-se aos poderosos atos de Deus, como a saída do Egito e as maravilhas vistas por eles.
Esses versículos são parte de um discurso de Moisés, que recorda ao povo de Israel sua aliança com Deus e as obras maravilhosas que Ele realizou em seu favor, instruindo-os a uma adoração e lealdade exclusivas, baseadas no amor, no temor e na gratidão à Deus o único Senhor digno de adoração e confiança.
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