domingo, 12 de junho de 2011

Endless Love

"Se o que os olhos não veem, o coração não sente, como se explica a saudade?”

Endless Love... by Luther Vandross & Mariah Carey
Amor Sem Fim
Meu amor,
Existe apenas você em minha vida,
A única coisa que é certa.

Meu primeiro amor,
Você é todo suspiro que dou,
Você é todo passo que dou.

E eu,
EU EU EU EU EU
Eu quero compartilhar
Todo meu amor com você.
Nenhuma outra vai servir.

E seus olhos,
Seus olhos, seus olhos
Eles me dizem o quanto você se importa
Oh, sim, você sempre será
Meu amor sem fim.

Dois corações,
Dois corações que batem como um só
Nossas vidas apenas começaram.

Para sempre,Ohhhhhh
Eu te segurarei em meus braços.
Não consigo resistir aos seus encantos.

E amor,Oh, amor
Serei uma boba por você,
Tenho certeza.
Você sabe que não me importo,
Você sabe que não me importo,

Pois você,
Você significa o mundo para mim.
Oh,eu sei
Eu seique encontrei em você
Meu amor sem fim.

Oooh-woow
Boom, boom
Boom, boom, boom, boom, booom
Boom, boom, boom, boom, boom

E amor,Oh, amor
Serei uma boba
Por você,Tenho certeza.
Você sabe que não me importo,
Você sabe que não me importo,

E, sim
Você será o único,
Pois ninguém pode negar
Este amor que tenho aqui dentro
E vou dá-lo todo para você, Meu amor.
Meu amor sem fim.
Meu amor sem fim...


Kiss - Because I'm a girl - Legendado

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Eduardo e Mônica emociona trintões


Jovens, influenciados pelo grupo Legião Urbana, vibram com vídeo divulgado por empresa de telefonia - A música "Eduardo e Mônica", clássico do Legião Urbana, virou filme nas mãos do diretor Fernando Meirelles (Cidade de Deus) e é um dos sucessos do momento no YouTube.


"Eduardo e Mônica - O Filme" é uma campanha da empresa "Vivo" voltada para a Internet. O vídeo, da agência África, com produção da O2, de Fernando Meirelles, já alcançou milhões de visualizações no YouTube.


A ideia da "Vivo" foi divulgar o "videoclipe filme" nas vésperas do Dia dos Namorados, mostrando o "casal de namorados mais famoso do Brasil". A "Vivo" divulgou a novidade em suas contas de Facebook, Twitter e YouTube. Na opinião do publicitário Eriberto Correa, a empresa acertou em cheio na aposta. "Foi mais uma ação ousada da Vivo.

Em 2010, na Copa do Mundo, eles fizeram um vídeo em homenagem ao Rei Pelé.


Desta vez a ideia foi atingir a geração anos 70, 80 e 90, que escutaram Legião Urbana. Os fãs de Legião, que não são poucos, se emocionaram", avaliou.

E se emocionaram mesmo! No Facebook, Camila Costa, 31 anos, confessou que o vídeo a fez chorar. "Chorei com o vídeo Eduardo e Mônica. Sei que é uma propaganda. Mas poxa, que propaganda bem feita. Obrigada aos criadores pela homenagem à geração que cresceu cantando Legião Urbana e 'Eduardo e Mônica'.

O vídeo é exatamente o que a gente imaginava com a música. Parece magia, Renato (Renato Russo) ganhou um clipe", postou a técnica de informática de Campinas. Além dela, outros "trintões" também se manifestaram. "O Renato Russo deve ter vibrado com esse vídeo", tuitou Ednelson Cardoso.

A "Vivo" está com a campanha "Amor, conexão e transformação" e investiu no vídeo com duração de quatro minutos para divulgação na Internet. Também haverá campanha em algumas salas de cinema, durante a semana do Dia dos Namorados.

"Essa história tem tudo a ver com amor, conexão e transformação, por isso que a gente produziu esse conteúdo", explicou Cristina Duclos, diretora de imagem e conteúdo da "Vivo". O vídeo mostra Eduardo e Mônica no cenário atual, como um casal que utiliza a conexão para se aproximar, com tablets e celulares. A música "Eduardo e Mônica" não tinha um videoclipe próprio.

Outra curiosidade é que Renato Russo, compositor da música e líder do Legião Urbana, completaria 50 anos de idade em 2011. A música "Eduardo e Mônica" completa 25 anos. Ela foi produzida em 1986, com o lançamento do CD "Dois" - segundo disco do grupo. Além de "Eduardo e Mônica", o álbum ganhou destaque com os sucessos "Daniel na Cova dos Leões", "Será", "Tempo Perdido", "Índios" e "Quase Sem Querer".

O CD vendeu mais de 1,2 milhão de cópias. Legião Urbana surgiu em Brasília em 1982 e viveu auge até 1996, com 13 CDs lançados. Veja o vídeo "Eduardo e Mônica - O Filme". E quem irá dizer que não existe razão nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer?


FONTE

Livro de Obadias



O Livro de Obadias, o menor do Antigo Testamento, apenas 21 versículos, foca no julgamento divino contra Edom por sua arrogância e crueldade contra Judá após a queda de Jerusalém, alertando sobre soberba e a importância da fraternidade, com a promessa de restauração para Sião e o estabelecimento do reino de Deus.

Obadias 1:1 afirma que esse livro registra uma visão que o Senhor mostrou a um profeta chamado Obadias.

Embora várias pessoas chamadas Obadias sejam mencionadas em I Reis, I–II Crônicas, Esdras e Neemias, essas são referências a outras pessoas. Com exceção do fato de que Obadias era um profeta no reino do sul (Judá), não sabemos nada sobre seu passado ou ministério. O nome Obadias significa “servo do Senhor”, bem apropriado para esse profeta (ver Bible Dictionary, na Bíblia SUD em inglês, “Obadiah”).

Obadias dirigiu suas profecias aos edomitas, que eram descendentes de Esaú, irmão de Jacó (ver Gênesis 25:30), e moravam no território ao sul de Judá.

Embora os edomitas não fossem da casa de Israel, ainda assim pertenciam à família de Abraão. Infelizmente, o relacionamento entre Judá e Edom era conturbado, e cada nação via a outra como inimiga.

Quando Jerusalém foi capturada, o povo de Edom se recusou a ajudar o povo de Judá e regozijou-se com seu infortúnio, pilhou seus bens deixados para trás e entregou o povo aos babilônios (Obadias 1:11–14).

Obadias previu a ruína que aguardava o povo de Edom devido à sua crueldade com Judá. Ele também profetizou a futura restauração de Sião e a importância do trabalho no templo nos últimos dias, descrevendo aqueles que participassem dele como “salvadores” (Obadias 1:17–21).

Estudos destacam sua mensagem de justiça, advertência contra o orgulho e esperança na fidelidade de Deus.

O Orgulho de Edom

Os edomitas (descendentes de Esaú) se alegraram com a queda de Judá (descendentes de Jacó) e participaram de sua pilhagem, refletindo soberba e falta de amor fraternal.

O Juízo de Deus

A "semente do mal" de Edom resultará em sua própria ruína, mostrando que a maldade volta para quem a semeia (Obadias 1:10-16).

A Restauração de Sião

Deus promete restaurar Seu povo, que herdará a terra e o Monte Sião, onde haverá santidade e o reino será do Senhor (Obadias 1:17-21).

O Dia do Senhor

A passagem de Obadias 1:15 fala do dia do Senhor, quando todas as nações serão julgadas por suas ações.

O livro do profeta Obadias serve como um alerta contra a soberba, a vingança e a indiferença, enfatizando a justiça divina e a esperança na fidelidade de Deus.


Obadias profetizou após a destruição de Jerusalém pelos babilônios (c. 586 a.C.), detalhando a reação dos edomitas. O livro é dividido em julgamento contra Edom (vv. 1-16) e restauração de Sião (vv. 17-21). Ensina sobre a justiça de Deus contra os que se opõem a Ele e Sua fidelidade em restaurar Seu povo.

As profecias de Obadias contra Edom são semelhantes àquelas encontradas em outros livros do Velho Testamento (Isaías 34:5–8; Jeremias 49:7–22; Ezequiel 25:12–14; 35:1–15; 36:5; Joel 3:19).

No entanto, dentre essas profecias, as profecias de Obadias são incomparáveis ao afirmarem que a razão de a crueldade de Edom contra Judá ter sido tão ofensiva foi porque os povos das duas nações eram parentes. Foi particularmente cruel a decisão de Edom de ficar de lado enquanto seus irmãos e suas irmãs israelitas estavam sendo destruídos, e regozijar-se com o infortúnio deles.

Obadias declarou que o povo de Edom não deveria ter se “[alegrado] sobre os filhos de Judá, no dia da sua ruína” (Obadias 1:12).

Além disso, a visão de Obadias sobre a futura restauração de Sião e os “salvadores" (Obadias 1:21) se aplica não somente a Jerusalém, mas também à Igreja nos últimos dias.

As passagens em Obadias 1:4, 1:6, 1:8, 1:9, 1:10 e 1:14-16 ecoam o julgamento divino contra Edom encontrado em Salmo 137 e Ezequiel 35.

Obadias e Jeremias profetizaram contra Edom, com mensagens semelhantes de julgamento e destruição, indicando uma possível influência mútua ou contemporaneidade.

Ezequiel 35, assim como Obadias, descreve a punição de Edom por sua hostilidade e alegria com a desgraça de Israel, sendo ambas as profecias datadas do período do exílio babilônico.

Salmo 137, lamenta a destruição de Jerusalém e condena Edom, que exultou com o sofrimento de Judá, um tema central em Obadias. O lamento coletivo expressa a dor e a angústia dos exilados judeus forçados a viver na Babilônia após a destruição de Jerusalém (Sl. 137).

O povo estava sentado às margens dos rios da Babilônia, chorando ao se lembrar de Sião (nome poético de Jerusalém). Seus captores zombavam deles, pedindo que cantassem os cânticos de Sião para seu entretenimento.

O salmo aborda a nostalgia, a perda da liberdade e a recusa em profanar o louvor a Deus em terra estrangeira: "Como cantaremos o cântico do Senhor em terra estranha?".

O salmo termina com um desejo intenso de justiça contra a Babilônia e, especificamente, clama a Deus para que se lembre do papel cruel dos edomitas na queda de Jerusalém: "Lembra-te, Senhor, contra os filhos de Edom, do dia de Jerusalém, pois diziam: Arrasai-a, arrasai-a, até aos seus alicerces!"

"Arrasai-a, arrasai-a, até aos seus alicerces!" é uma citação bíblica do Salmo 137, versículo 7, onde os filhos de Edom exortam à destruição total de Jerusalém após sua queda pela Babilônia, um ato de maldade que o salmista pede a Deus para lembrar e cobrar...

Os edomitas (descendentes de Esaú) foram inimigos históricos de Israel e Edom é lembrado por sua participação ou regozijo na destruição de Jerusalém, incentivando os babilônios a arrasar a cidade completamente, até seus fundamentos.

Em resumo, enquanto Obadias é uma profecia de julgamento contra Edom por sua traição, o Salmo 137 é um lamento e uma oração do povo que sofreu essa traição, expressando sua dor e clamando por justiça divina.

Os Doze Profetas Menores: Obadias faz parte da coletânea dos Doze Profetas Menores, o que o associa tematicamente a outros profetas, refletindo uma tradição profética maior sobre a justiça divina.