sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

O Valor de Ser Ensinável


O capítulo 12 do livro de Provérbios coloca em evidência o contraste entre a conduta dos justos e dos ímpios, destacando o cuidado com os animais, o valor da justiça, da disciplina, da prudência no falar e da diligência no trabalho.

Principais ensinamentos e destaques deste capítulo:

1. Valorização da Disciplina e do Conhecimento

O capítulo abre com uma lição sobre humildade intelectual: "O que ama a instrução ama o conhecimento, mas o que odeia a repreensão é estúpido" (Provérbios 12:1).

O texto sugere que o crescimento pessoal depende da aceitação de correções. Esse versículo é frequentemente citado para ensinar sobre a importância de ouvir conselhos e o valor de ser ensinável.

A frase que "abre" o capítulo 12 do livro de Provérbios, destaca que amar a correção e o aprendizado é essencial para adquirir conhecimento, enquanto rejeitar críticas e disciplina é um sinal de insensatez ou estupidez.

Amar a Instrução (Sabedoria): Aquele que deseja sabedoria valoriza a correção, a disciplina e o aprendizado contínuo, compreendendo que errar faz parte do processo de crescimento.

Odiar a Repreensão (Estupidez): A rejeição à correção é vista como tolice, pois impede a evolução pessoal e a correção de erros, levando a repetir o erro e a outras consequências negativas.

O provérbio utiliza um contraste clássico: amar e odiar; instrução e repreensão; sabedoria e estupidez, para mostrar que a humildade para aceitar ensinamentos (instrução/repreensão) leva ao conhecimento, enquanto a arrogância (repreensão/instrução) leva ao fracasso.

2. O Poder das Palavras

Provérbios 12 enfatiza como a língua pode ser uma ferramenta de cura ou destruição:

Feridas vs. Cura: "Alguns falam como se estivessem ferindo com espada, mas a língua dos sábios é saúde" (Prov. 12:18).

Provérbios 12:18 trata do impacto das palavras, contrastando a fala irrefletida que fere como uma espada, com a sabedoria da língua que traz cura e saúde, encorajando o uso da fala para edificar e não para destruir.

O versículo, em diferentes traduções bíblicas, diz: "Há quem fale sem refletir, e fere como espada, mas a língua dos sábios traz a cura", na NVI - Nova Versão Internacional. "Alguém há cuja tagarelice é como pontas de espada, mas a língua dos sábios é medicina", na ARA - Almeida Revista e Atualizada).

"Há palavras que ferem como espada, mas a língua dos sábios traz a cura", na NVI (Bíblia Online). "As palavras do falador ferem como pontas de espada, mas as palavras do sábio podem curar", na NTLH - Nova Tradução na Linguagem de Hoje.

Ensina a importância de pensar antes de falar, pois palavras impulsivas ou maldosas causam dor profunda, enquanto a sabedoria se manifesta através de uma fala que oferece consolo, cura e restauração. É um chamado para usar a fala como um instrumento de amor e paz, em vez de veneno ou ferida.

Verdade vs. Mentira:

""O lábio veraz permanece para sempre, mas a língua mentirosa, apenas um momento" v.19. "O Senhor odeia os lábios mentirosos, mas se deleita com os que falam a verdade" (v.22).

Provérbios 6:16-17 que enumera sete coisas abomináveis ao Senhor, incluindo "língua mentirosa". Deus tem aversão à mentira. A mentira é abominável. Deus tem prazer na integridade. A verdade traz satisfação, tranquilidade, segurança. Outros versículos semelhantes reforçam a necessidade da verdade e as consequências da falsidade, como:

Provérbios 19:9 - "A falsa testemunha não ficará impune, e o que profere mentiras perecerá".

Salmo 101:7, diz - "O que usa de engano não ficará dentro da minha casa; o que fala mentiras não estará firme perante os meus olhos."

Colossenses 3:9-10 - "Não mintam uns aos outros, uma vez que vocês já se despiram do velho homem com as suas práticas; e se revestiram do novo, o qual está sendo renovado em conhecimento, à imagem do seu Criador."

O versículo 22 de Provérbios 12, no seu contexto adverte a pessoa de "lábios mentirosos", pois sua conduta traz a abominação divina e consequências negativas; e, associa a integridade como agir fielmente, falar a verdade, com o prazer de Deus e a estabilidade nos relacionamentos sociofamiliar e profissionais.

3. Bondade com os Animais

Um versículo notável sobre ética e compaixão é o 10: "O justo atenta para a vida dos seus animais, mas as entranhas dos ímpios são cruéis".

Provérbios 12:10 destaca que a justiça de uma pessoa se reflete no tratamento compassivo para com os animais, enquanto a impiedade é caracterizada pela crueldade.

O texto sugere que o verdadeiro caráter de alguém é revelado pelo cuidado com os vulneráveis, inclusive animais, opondo a bondade do justo à perversidade dos iníquos.

O justo atenta para a vida, bem-estar e necessidades dos seus animais. O ímpio é cruel. Mesmo as ações aparentemente misericordiosas dos ímpios podem ser cruéis ou negligentes, demonstrando falta de caráter. A valorização da vida animal reflete uma postura de compaixão condizente com os caminhos de Deus.

Diversas versões bíblicas reforçam essa distinção: "O justo olha pela vida dos seus animais, mas as misericórdias dos ímpios são cruéis", ARC/ARA. "O justo cuida bem dos seus animais, mas até os atos mais bondosos dos ímpios são cruéis", NVI/NAA.

Sabe-se que os animais sentem a intenção e a "maldade" de uma pessoa. Eles são seres sencientes, capazes de identificar medo, raiva, tristeza e desonestidade através da linguagem corporal, feromônios e comportamentos sutis, muitas vezes reagindo com defesa ou esquiva a pessoas de caráter ruim, agressivas ou cruéis.

A ciência reconhece que os animais, especialmente cães e gatos, não apenas sentem dor, mas também experimentam emoções como medo, alegria e ansiedade.

Os gatos e os cães percebem quando uma pessoa não confiável e quando identificam a ruindade passam a ignorar as instruções de indivíduos que agem de má fé.

Animais sentem o "estresse" e a agressividade das pessoas ruins, o que pode causar mudanças no comportamento deles, como aumento da agressividade, medo, ou isolamento. Eles são sensíveis a feromônios, o que permite que sintam a energia negativa ou a repulsa de um ser humano.

A crueldade contra animais é um indicador de mau caráter, e os animais sentem esse perigo, frequentemente, se comportando de maneira arisca ou de defesa.

Animais observam padrões de comportamento e interações identificando e distinguindo as pessoas boas das más. Cães podem sentir hostilidade, nervosismo ou más intenções, o que os deixa alerta ou desconfortáveis. Estudos mostram que cães tendem a evitar pessoas que agem de forma cruel ou agressiva com seus donos.

Os gatos e cães, em particular, conseguem detectar estresse e medo através de hormônios como o cortisol, percebendo se alguém está tenso ou hostil antes mesmo de a pessoa agir.

Os animais — especialmente os animais domésticos e os "domesticados" — possuem uma capacidade notável de perceber emoções humanas, incluindo tristeza, e de identificar intenções, como se a pessoa é "boa" ou representa perigo.

Eles utilizam seus sentidos aguçados, do olfato, da visão e da audição, para interpretar nossa linguagem corporal, tom de voz e até variações químicas no nosso suor.

Como os animais percebem? Eles sentem a tristeza, como também sentem quando estamos alegres, carinhosos...

Cães e gatos reconhecem mudanças no comportamento de outros animais e do ser humano. Quando estamos tristes, ansiosos ou chorando, eles podem tentar nos confortar, ficando ao lado. Quantas experiências temos nós os cuidadores, os tutores de animais domésticos?!

Os cães tem um olfato poderoso e podem ficar inquietos, latir e buscar contato físico com quem demonstra tristeza. Gatos, reconhecem mudanças na voz e rotina, aproximando-se quando o dono está sobrecarregado ou ansioso. Assim como "chamam" seus tutores ou boas pessoas para brincar...

Portanto, esta combinação de alta inteligência social, observação aguçada e instinto de sobrevivência, permite aos animais "ler" o ambiente emocional humano.

Os animais, especialmente cães e gatos, reconhecem pessoas boas através da leitura de emoções, expressões faciais, linguagem corporal e tom de voz, preferindo e formando laços com indivíduos que demonstram comportamentos positivos e confiáveis, como generosidade e gentileza, rejeitando quem age de forma rude ou desonesta, evidenciando uma capacidade de julgamento social complexa.

4. Diligência e Trabalho

Salomão contrasta a atitude do preguiçoso com a do diligente. "A mão dos diligentes dominará, enquanto o preguiçoso será sujeito a trabalhos forçados", (Prov. 12:24). "O preguiçoso nem chega a assar a sua caça, mas o bem precioso do homem é ser diligente", (Pro. 12:27).

No contexto bíblico, diligência significa aplicar-se com esforço persistente, cuidado, foco e prontidão em tudo o que se faz, como um reflexo de honrar a Deus e não para ambição egoísta, sendo o oposto da preguiça.

A dedicação, a diligência está ligada à fidelidade, excelência e busca por uma vida de justiça e frutos espirituais, como exemplificado pela formiga em Provérbios 6:6: "Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos e sê sábio".

Este é um famoso provérbio bíblico que exorta à diligência, iniciativa e planejamento, usando o exemplo da formiga que trabalha arduamente no verão para garantir mantimento no inverno, sem precisar de supervisão. A diligência é o trabalho feito "de todo o coração, como para o Senhor".

Principais Aspectos da Diligência Bíblica

Aplicação e Esforço Contínuo: É a vontade de trabalhar com empenho físico e mental, sem atrasos, sem preguiça.

Cuidado e Atenção: Envolve ser meticuloso, cuidadoso e atento aos detalhes, não desperdiçando talentos ou tempo
.
Motivação Espiritual: A diligência cristã busca agradar a Deus, crescer no Reino e viver conforme Seus ensinamentos, não apenas por recompensa terrena.

Antítese da Preguiça: A Bíblia exalta a diligência como virtude (Provérbios) e a preguiça como falta, mostrando a formiga como exemplo de planejamento e trabalho.

Fidelidade e Responsabilidade: Ser diligente é ser fiel nas pequenas coisas, o que leva a ser confiado em maiores, demonstrando responsabilidade com os dons e o chamado.

Excelência: É buscar o mais alto nível de qualidade em tudo, pois o compromisso é com o Senhor.

Provérbios (diversos): Descrevem a mão diligente produzindo riqueza e a diligência como caminho para o sucesso e a liderança, contrastando com a mão negligente. Outros exemplos e versículos chave:

Colossenses 3:23: "Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens".

Mateus 24:46, diz "Feliz (ou bem-aventurado) o servo que seu senhor encontrar fazendo fielmente o seu trabalho ao voltar".

Este versículo enfatiza a recompensa pela vigilância, fidelidade e cumprimento das responsabilidades cristãs no tempo de espera pela vinda de Cristo.

O servo fiel será recompensado com autoridade. O versículo faz parte da parábola sobre o servo fiel e sensato (Mateus 24:45-51). O que o servo faz: Ele alimenta a casa (o sustento no tempo devido) e trabalha ativamente. A recompensa: O Senhor o encarregará de todos os seus bens (ou sua propriedade).

É um alerta para a constância na fé e nas boas obras, não se deixando levar pela ideia de que o retorno de Cristo (o Senhor) vai demorar e descuidar do serviço. O versículo destaca a importância da postura ativa e correta do cristão, contrastando com o servo mau que negligencia suas obrigações.

Ser diligente na Bíblia é ser aplicado, dedicado e zeloso, com um coração voltado para Deus em todas as ações, transformando o trabalho em adoração e o esforço em crescimento espiritual e prático.

Todos nós conhecemos meia dúzia de analfabetos funcionais. E, outra dúzia de pessoas folgadas que deixa o outro fazer a sua parte com naturalidade e desfaçatez. Não aprende o serviço. Não padroniza. Não gerencia a demanda. Perde prazos. Acumula serviço de ontem para depois de amanhã ou até nunca mais, enquanto se ocupa de assuntos alheios ao ambiente de trabalho. Prioriza o que não é urgente, o que pode esperar ou pode ser eliminado. E, ainda diz com intencional desdém: "- Vou fingir que não vi".

Sinceramente, nestes meus 50+ a conduta do outro já "me adoeceu", um par de vezes. E, vou de mal a pior, até ACORDAR e reconhecer que me deixei vencer por um opositor fraco (ainda que supõe-se mais forte). E me reinicio sem revidar. Mesmo que o sucesso não seja garantido da parte do outro que parece "nunca se emendar". Foco em mim, na minha parte e me desafio a tentar. Me visto de resiliência.

A resiliência para superar as adversidades, para recuperar-se e sair da crise fortalecida, envolve otimismo, flexibilidade, autoestima e suporte social, que nos permite lidar com o estresse sem sucumbir. Não é aceitação passiva, mas a habilidade de enfrentar o problema ativamente.

Do Darcy Ribeiro (1922-1997) um multifacetado intelectual brasileiro — antropólogo, educador, escritor e político APRENDI a frase: "Fracassei em tudo o que tentei na vida. Tentei alfabetizar as crianças brasileiras, não consegui. Tentei salvar os índios, não consegui. Tentei fazer uma universidade séria e fracassei. Tentei fazer o Brasil desenvolver-se autonomamente e fracassei. Mas os fracassos são minhas vitórias. Eu detestaria estar no lugar de quem me venceu".

Então, não é para pensar e dizer: "...isso é para Fulano, Sicrano, Beltrano".

Uma famosa parábola corporativa e motivacional sobre responsabilidade e trabalho em equipe, frequentemente citada como "A História de Todo Mundo, Alguém, Qualquer Um e Ninguém", descreve uma situação em que um trabalho importante precisava ser feito, e embora Todo Mundo estivesse certo de que Alguém o faria e Qualquer Um pudesse tê-lo feito, Ninguém o realizou. Alguém ficou chateado, pois considerava que era tarefa de Todo Mundo, e embora Todo Mundo pensasse que Qualquer Um faria, Ninguém previu que Todo Mundo falharia. No final, Todo Mundo responsabilizou Alguém por Ninguém ter feito o que Qualquer Um poderia ter feito.

Significado e Lição: Essa parábola destaca como a falta de responsabilidade individual leva à inação coletiva. Se o outro não colabora, lembre-se: você não é o outro. Seja ensinável. Faça por você!

5. Prudência e Emoções

O capítulo 12 de Provérbios ensina sobre o controle emocional: "A ira do insensato se conhece no mesmo dia, mas o prudente encobre a afronta" (v. 16).

Provérbios 12:25 destaca o impacto emocional negativo da ansiedade: "²⁵ A ansiedade no coração deixa o homem abatido, mas uma boa palavra o alegra".

A ansiedade sobrecarrega e abate o ser humano, ao mesmo tempo em que o provérbio ressalta o poder curativo de uma palavra amável e encorajadora.

O versículo enfatiza a importância de palavras bondosas para renovar forças e trazer alegria ao coração de quem está preocupado. O "coração ansioso" é descrito como algo que deprime, frustra ou deixa o homem derrotado, agindo como um peso que consome a felicidade.

Uma palavra de encorajamento, amável ou uma palavra vinda de Deus, tem a capacidade de alegrar, renovar as forças e levantar o ânimo. O provérbio incentiva a substituição das preocupações por pensamentos positivos e mensagens de fé, reconhecendo que a conversa amigável pode ser o auxílio em momentos difíceis.

A amizade pode trazer o equilíbrio entre o perigo interno das preocupações e a solução externa que as palavras de suporte e fé podem oferecer.

Provérbios 12:26, diz - "O justo serve de guia para o seu companheiro, mas o caminho dos ímpios os leva a andar errantes". E, Provérbios 12:28 destaca que: "Na vereda da justiça está a vida, e no caminho da sua carreira não há morte".

Viver com justiça, retidão e integridade conduz a uma vida plena. Esta "vereda" representa um caminho virtuoso que protege contra as consequências da iniquidade e, no sentido espiritual, leva à verdadeira vida e comunhão com Deus, garantindo vitória e segurança.

A justiça não traz apenas longevidade física, mas também uma vida de qualidade, sabedoria e alinhamento com o propósito divino. Enquanto o caminho da injustiça parece atrativo mas leva à morte (perdição), a vereda da justiça, embora por vezes estreita, é o único caminho seguro.

O versículo 28 encerra o capítulo 12 de Provérbios, contrastando a conduta do justo com a conduta do ímpio, ressaltando que a verdade e a honestidade são recompensadas, porque andar na vereda da justiça significa, no contexto cristão, seguir o exemplo de Jesus o "caminho, a verdade e a vida".

Provérbios 10:16, diz - "O trabalho do justo conduz à vida, mas a renda do ímpio leva ao pecado". Provérbios 11:19: "Quem permanece firme na justiça para a vida, mas quem segue o mal, para a morte".

Em Provérbios 14:12, temos o aviso - "Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte". E, Provérbios 16:17, diz - "O caminho dos retos é desviar-se do mal; o que guarda o seu caminho preserva a sua alma".

Tem a opção com resultado positivo e a opção com resultado destrutivo. Qual escolher?

Esses versículos reforçam a ideia de que a conduta ética, a integridade e a justiça não são apenas regras morais, mas "caminhos" que protegem a plenitude da vida da pessoa que reconhece o valor de ser ensinável.

Ser ensinável é uma das maiores demonstrações de humildade e maturidade emocional, pois representa a capacidade de reconhecer a incompletude do conhecimento, de superar a necessidade do ego de julgar que está sempre certo e que sabe de tudo.

O Valor e os benefícios de ser ensinável é permitir o crescimento contínuo. Permite evoluir e evita a estagnação, pois o aprendizado nunca termina. Indivíduos ensináveis se adaptam mais facilmente a mudanças e novos cenários.

Os relacionamentos melhoram, criando diálogos, partilhas e compreensão mais harmoniosa, de si mesmo e do outro. Promove a escuta ativa e a empatia. Ajuda a lidar melhor com erros e falhas, transformando-os em oportunidades de aprendizado.

No ambiente de trabalho, ser ensinável (ou "coachable") é uma característica valorizada, indica capacidade de escutar mentores, receber feedback e evoluir.

Provérbios destaca o ser ensinável, como uma das características fundamentais da sabedoria e um contraste direto com a tolices. Ser ensinável vai além de adquirir conhecimento, é ter a humildade de aceitar correções, conselhos e continuar sempre aprendendo.

Estar "aberto a aprender", longe de ser um sinal de fraqueza, é ter uma postura que denota coragem e SABEDORIA. Ser ensinável, permite a renovação contínua do crescimento pessoal, profissional e espiritual.

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