quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Nem Sempre Sou Igual


Nem sempre sou igual no que digo e escrevo.
Mudo, mas não mudo muito.
A cor das flores não é a mesma ao sol
De que quando uma nuvem passa
Ou quando entra a noite
E as flores são cor da sombra.

Mas quem olha bem vê que são as mesmas flores.
Por isso quando pareço não concordar comigo,

Reparem bem para mim:
Se estava virado para a direita,
Voltei-me agora para a esquerda,
Mas sou sempre eu, assente sobre os mesmos pés -
O mesmo sempre, graças ao céu e à terra
E aos meus olhos e ouvidos atentos
E à minha clara simplicidade de alma ...

Alberto Caeiro

"Procuro despir-me do que aprendi
Procuro esquecer-me do modo de lembrar que me ensinaram,
E raspar a tinta com que me pintaram os sentidos,
Desencaixotar as minhas emoções verdadeiras,
Desembrulhar-me e ser eu...
Alberto Caeiro"

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Vida de Verdade


Faço parte do 'rol' dos que, por vezes, saem "caminhando e cantando. E seguindo a canção...", mas que depois param dias, meses e anos para 'ver a banda passar'. E, não mais que de repente se "encasula" novamente para refazer planos, sonhos. Repensar a vida e renascer.


"Por muito tempo eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade. Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver, um trabalho não terminado, uma conta a ser paga. Aí sim, a vida de verdade começaria.

Por fim, cheguei a conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade. Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade.

A felicidade é o caminho! Assim, aproveite todos os momentos que você tem. E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo; e lembre-se que o tempo não espera ninguém.

Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade; até que você volte para a faculdade; até que você perca 5 quilos; até que você ganhe 5 quilos; até que você tenha tido filhos; até que seus filhos tenham saído de casa; até que você se case; até que você se divorcie; até sexta à noite; até segunda de manhã; até que você tenha comprado um carro ou uma casa nova; até que seu carro ou sua casa tenham sido pagos; até o próximo verão, outono, inverno; até que você esteja aposentado; até que a sua música toque; até que você tenha terminado seu drink; até que você esteja sóbrio de novo; até que você morra...

E decida que não há hora melhor para ser feliz do que AGORA MESMO...

Alfred Henfil

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

A Eternidade no Coração


"Que PROVEITO tem o homem, de todo o seu TRABALHO, que faz DEBAIXO DO SOL? - "O que foi é o que há de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer; não há NADA DE NOVO debaixo do sol". "Vês isto, é novo? Já foi nos séculos passados, que foram antes de nós" de Eclesiastes 1:3,9,10.

Por mais que algo pareça novo, na verdade, tudo já aconteceu antes e a vida é um ciclo repetitivo de eventos e experiências sob o sol, sem nada verdadeiramente inédito ou duradouro.

A frase "debaixo do sol" é citada 27 vezes no livro de Eclesiastes, aparecendo em 27 versículos diferentes, para enfatizar a perspectiva humana e terrena de que as atividades e buscas da vida, vistas isoladamente, são "vaidade" ou sem sentido.

"Debaixo do sol" em Eclesiastes é uma expressão chave que indica a condição humana e as atividades terrenas, enfatizando a vaidade, futilidade e repetição da vida sem Deus, onde tudo é passageiro e sem sentido duradouro, como "correr atrás do vento".

Apesar do trabalho e esforço, conclui-se que nada é verdadeiramente novo e que a vida se resume a ciclos de esforço e perda sem um propósito eterno.

A frase "debaixo do sol" é a moldura para a filosofia de Eclesiastes: uma exploração da vida humana, suas alegrias e tristezas, seus esforços e sua mortalidade, sob a luz do sol, mas sem a perspectiva eterna, revelando a natureza passageira e, muitas vezes, sem sentido de tudo o que se faz na terra.

O livro de Eclesiastes, escrito pelo "Pregador" (tradicionalmente associado ao Rei Salomão), explora a futilidade ("vaidade") das coisas humanas.

O autor observa que os acontecimentos se repetem: o sol nasce e se põe, o vento gira, os rios vão para o mar, e os mesmos padrões de alegria e sofrimento se repetem nas gerações humanas.

Portanto, quando você vê algo que parece "novo", a realidade é que aquilo é apenas uma repetição de algo que já existiu antes, sem trazer uma mudança fundamental ou duradoura à condição humana.

É uma reflexão sobre a monotonia e a falta de originalidade das experiências humanas, sugerindo que, em um sentido mais profundo, nada é verdadeiramente novo sob o sol.

Em Eclesiastes 1:13 (ACF) diz: "E apliquei o meu coração a esquadrinhar, e a informar-me com sabedoria de tudo quanto sucede debaixo do céu; esta enfadonha ocupação Deus deu aos filhos dos homens, para nela os exercitar".

O versículo descreve o sábio (Salomão) dedicando-se com sabedoria a entender todas as coisas na Terra, percebendo essa tarefa como um trabalho árduo e cansativo que Deus deu à humanidade para exercitar suas mentes.

O autor se propôs a usar a sabedoria para entender a fundo tudo o que acontece no mundo. Mas que no final revela a futilidade e vaidade das coisas sob o sol, levando à conclusão de que tudo é "vaidade e aflição de espírito" (versículo 14). E conclui que essa busca por sentido e conhecimento é uma "enfadonha ocupação" ou "fardo pesado", uma tarefa árdua dada por Deus aos homens para que se ocupem nela. 

Este versículo prepara o terreno para a famosa conclusão do livro: que, apesar de todo o esforço e sabedoria, tudo sob o céu é "vaidade" (inútil, passageiro como vapor).


A música "Intet er nytt under solen", de Åse Kleveland, que representou a Noruega na Eurovisão de 1966, significa "Nada é novo debaixo do Sol", (referência bíblica, Eclesiastes 1:9), com a letra abordando a universalidade das experiências humanas, a tristeza e a sabedoria que vêm com a idade, mostrando que os problemas e sentimentos de uma pessoa são os mesmos de outras, mesmo que pareçam únicos, sendo um clássico da música norueguesa com uma mensagem de empatia.

A canção fala sobre um homem velho que já viu e viveu muitas coisas, expressando que as dores, alegrias e desafios que as pessoas enfrentam são repetidos ao longo do tempo, sendo uma reflexão sobre a condição humana e a conexão entre gerações.


Eclesiastes 12:1, diz: "Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento". É um chamado para colocar Deus ou os valores fundamentais no centro da vida desde cedo, evitando arrependimentos futuros.

Eclesiastes 1:13 é o ponto de partida da reflexão do autor sobre a futilidade da vida e do trabalho humano quando não há um propósito eterno.

O propósito eterno, em Eclesiastes, está ligado à ideia de que Deus colocou a eternidade no coração humano, temos anseio inato por algo maior, duradouro e uma vida de significado.

Embora não possamos compreendê-la totalmente, Deus fez tudo belo em Seu tempo certo, revelando que a vida transitória (debaixo do sol) tem seu valor ao praticar o bem e desfrutar das dádivas de Deus.

O sentido final e duradouro está em Deus, que julgará e cuida de tudo, tornando a reverência a Ele fundamental diante da vaidade da vida terrena.

"Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu" (Eclesiastes 3:1-8). Isso mostra que Deus rege os eventos da vida, com momentos para nascer, morrer, chorar, rir..., e que essas fases têm um propósito divino, mesmo que não o entendamos.

Deus "pôs até mesmo eternidade no coração deles" (humanos), (Eclesiastes 3:11), mas a razão humana não consegue compreender a obra completa de Deus. Isso aponta para uma busca inata por algo além do tempo e da experiência finita.

A melhor coisa para o homem é ser feliz, fazer o bem e desfrutar das dádivas de Deus (comer, beber, trabalhar), pois isso é um presente divino (Eclesiastes 3:12-13).

A compreensão da transitoriedade leva à valorização do tempo presente e à alegria nas obras, como dádiva (presente) de Deus.

"Eu sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente" (Eclesiastes 3:14-15). As ações humanas são temporárias, mas as obras de Deus são eternas. Ele busca que as pessoas o temam e cuida do que já passou, para que não nos prendamos à vaidade.

O "propósito eterno" não é algo que o homem pode alcançar ou definir por si mesmo. É Deus quem o estabelece. O livro conclui em Eclesiastes 12:13 que, diante da vaidade de tudo "debaixo do sol", o verdadeiro propósito é temer a Deus, guardar Seus mandamentos e desfrutar da vida como um dom, sabendo que Ele é eterno e que tudo será julgado.

O Juízo Final é referido em Eclesiastes 12:14. A importância dessa verdade é reforçada pelo fato de que Deus trará tudo a juízo, tornando a obediência e o temor indispensáveis para uma vida plena.

Eclesiastes ensina que, por trás de todas as buscas e realizações passageiras, o propósito duradouro e verdadeiro da vida é viver em relação correta com o Criador, encontrando n'Ele a verdadeira realização.

De acordo com Eclesiastes, a relação correta com Deus se resume em temê-Lo, guardar Seus mandamentos e reconhecer Sua soberania sobre todas as coisas, inclusive o julgamento final.

A mensagem principal do livro: "De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque este é o dever de todo homem. Porque Deus há de trazer a juízo toda obra e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau" (Eclesiastes 12:13-14).

Qual é o proveito do seu trabalho de todos os dias? que benefício, utilidade, benefício, vantagem, resultado... A frase remete a outra muito semelhante em Mateus 16:26, Marcos 8:36: "que proveito tem o homem ganhar o mundo inteiro" (ou "que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma?"

E, significa que todos os ganhos materiais, fama, poder e prazeres terrenos são temporários e sem valor comparados à vida eterna e espiritual da alma, que é a parte mais preciosa do ser humano e tem valor incomensurável para Deus, sendo mais valiosa que todas as riquezas e conquistas do mundo.

O "proveito" é zero, pois o que se ganha é passageiro e o que se perde (a alma/vida verdadeira) é eterno, não havendo nada que possa resgatá-la depois, ressaltando a importância de priorizar a salvação e o relacionamento com Deus.

Trio R3 - Eclesiastes 3 - 2017
Rayane, Rony e Rayssa

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

O seu Nome não está na Lista




Aos 35 anos Og Mandino um escritor fracassado, vendedor de seguros, estava falido abandonado pela esposa e pela filha, bêbado caído na sarjeta e pensando em suicídio.

Dez anos depois: Ele superou o alcoolismo, reconstruiu sua vida e se tornou um autor de renome internacional. Seu livro mais famoso, O Maior Vendedor do Mundo, foi publicado em 1968, vendendo milhões de cópias e o colocando no topo da fama mundial como um "guru" de vendas e motivação.

"Levante pela manhã tome um bom jornal para ler. Mas em vez de começar por qualquer outra coluna comece pela página do obituário a lista dos que morreram. Não salte nenhum nome. E quando você chegar ao final da leitura descobrirá algo extraordinário: o seu nome não está naquela lista. E as pessoas ali arroladas dariam tudo para estar no seu lugar mas estão mortas. Você está vivo e se você está vivo um milagre pode acontecer em sua vida hoje".

Todos os dias acrescentados à sua vida são uma dádiva de Deus. Apesar desta vida nem sempre ser justa o fato é que você não deve jamais permitir que dores, angústias e aflições temporárias venham "envenenar" a sua atitude para com você mesmo e para com o seu próprio futuro.


Og Mandino (Augustine Mandino) (12 de dezembro de 1923 — 3 de setembro de 1996) foi um escritor estadunidense, de origem italiana (pelo lado do pai) e cuja mãe era irlandesa.

Foi um "guru" do setor de vendas. Presidiu a revista Success Unlimited até 1976, quando, aos 52 anos, "chocou o setor ao renunciar à presidência para dedicar-se em tempo integral a escrever e dar palestras" (do posfácio do livro The Choice, Bantam Books, 1984, um romance traduzido no Brasil como A Escolha Certa).

Ex alcoólatra que quase chegou ao suicídio, tornou-se milionário ao publicar O Maior Vendedor do Mundo.

Tornou-se um dos autores mais inspiradores e bem sucedidos no segmento denominado auto ajuda, principalmente com livros voltados para vendas. Seus livros venderam mais de 50 milhões de cópias e foram traduzidos em vinte e cinco idiomas.

Og Mandino integra o "National Speakers Association Hall Of Fame". Tornou-se a décima terceira pessoa a ser incluída no Passeio da Fama dos Oradores Internacionais.

Livros
  1. O Maior Presente do Mundo
  2. O Décimo Segundo Anjo
  3. O Maior Vendedor do Mundo
  4. O Maior Vendedor do Mundo 2
  5. O Maior Milagre do Mundo
  6. O Maior Milagre do Mundo 2
Sucesso:
  1. A Maior Missão
  2. O Mago da Palavra
  3. O Maior Segredo do Mundo
  4. O Maior Sucesso do Mundo
  5. A Escolha Certa
  6. A Melhor Maneira de Viver
  7. Sucesso sem Limites
  8. A Universidade do Sucesso (Coletânea com outros autores)
  9. A Ressurreição de Cristo
  10. O Maior Mistério do Mundo
  11. Segredos para o Sucesso e a Felicidade

Carta de Deus...

"Vejo que choras. Sabe que também te escuto. Fica em paz. Acalma-te. Eu te trago o alívio para teu pesar, pois sei qual a causa ...e a cura. Não chores mais, estou contigo... Tudo que se passou antes não se parece mais do que com este tempo em que dormiste dentro do ventre de tua mãe. O que é passado morreu. Deixa-me partilhar contigo, mais uma vez, o segredo que ouviste ao nascer, e esqueceste.

És o meu maior milagre. Tu és a coisa mais rara do mundo. Tu chegaste, trazendo contigo, como faz toda criança, a mensagem de que Eu ainda não estava desanimado do homem. Duas células, unidas agora em milagre.

Dei-te o poder de pensar.
Dei-te o poder de amar.
Dei-te o poder de querer.
Dei-te o poder de rir.
Dei-te o poder de imaginar.
Dei-te o poder de criar.
Dei-te o poder de planejar.
Dei-te o poder de falar.
Dei-te o poder de orar.

Meu orgulho em ti não conheceu limites. Usa com sabedoria o teu poder de escolha.

Escolhe amar...em vez de odiar.
Escolhe rir...em vez de chorar.
Escolhe criar...em vez de destruir.
Escolhe perseverar...em vez de desistir.
Escolhe louvar...em vez de difamar.
Escolhe curar...em vez de ferir.
Escolhe dar...em vez de roubar.
Escolhe agir...em vez de lamentar.
Escolhe crescer...em vez de apodrecer.
Escolhe orar...em vez de amaldiçoar.
Escolhe viver...em vez de morrer.
Desfruta este dia, hoje...e amanhã, amanhã.

Executaste o maior milagre do mundo. Voltaste de uma morte viva. Não mais sentirás autocomiseração, e cada novo dia será um desafio e uma alegria. Tu renasceste... mas, exatamente como antes, podes escolher o fracasso e o desalento, ou o êxito e a felicidade. A escolha é tua. A escolha é exclusivamente tua. Eu só posso observar como antes... com satisfação... ou pesar. Lembra-te, então, das quatro leis da felicidade e êxito.

- Conta tuas bênçãos.
- Proclama tua raridade.
- Anda mais uma milha.
- Usa sabiamente o teu poder de escolha.

E mais uma, para completar as quatro outras. Faze todas as coisas com amor... amor por ti próprio, amor por todos os outros, amor por Mim. Enxuga tuas lágrimas. Estende a mão, apanha a Minha, põe-te ereto. Neste dia, foste notificado: TU ÉS O MAIOR MILAGRE DO MUNDO."

Convite ao Julgamento



"Diga aos justos que tudo lhes irá bem, pois desfrutarão a recompensa de seus esforços" (Isaías 3:10). Tudo irá bem aos justos, pois "comerão do fruto de suas obras". O versículo promete prosperidade e satisfação para as pessoas justas, que receberão as recompensas de suas ações corretas, contrastando com o destino dos ímpios, que sofrerão as consequências de suas ações.

O capítulo 3 de Isaías descreve o julgamento de Deus sobre Jerusalém e Judá por causa da opressão, injustiça e arrogância, com Deus removendo o sustento (v.1 - pão, água) e líderes (v. 2-3 - soldados, juízes, profetas), substituindo-os por crianças no poder ("lideres imaturos" v.4), jovens desrespeitarão os mais velhos e aquele sem nada pedirão ao que nada tem (v. 5-7) levando à desordem social e vergonha, especialmente nas mulheres que terão seus enfeites, sensualidade, arrogância - v.16-23) trocados por sinais de luto e mau cheiro, pois o povo desafiou a Deus com suas ações.


Isaías 3:13 na Bíblia descreve o Senhor se levantando para apresentar sua causa e julgar os povos, especialmente Judá e Jerusalém, devido à corrupção, opressão dos pobres e vaidade das mulheres de Sião, que se manifestavam em orgulho, luxo excessivo e desrespeito às leis de Deus, resultando em um julgamento divino de humilhação e desordem social, com os homens caindo na batalha e a cidade sendo desolada.

Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH):
"O SENHOR Deus vai apresentar a sua causa; ele está pronto para julgar o seu povo.". _ Contexto e Significado:

O Senhor se posiciona como juiz contra seu próprio povo por causa de sua infidelidade e opressão.

O capítulo 3 detalha a decadência moral, a opressão do pobre pelo rico, e a liderança corrupta (reis, juízes, profetas).

As mulheres de Jerusalém são condenadas por sua altivez, olhares imprudentes e excesso de adornos, o que culmina em seu despojamento e vergonha pública.

Desordem social, com jovens dominando os mais velhos, e homens caindo na guerra, levando à desolação de Jerusalém.


Isaías 3:13 é um chamado ao julgamento divino por causa da injustiça e da corrupção moral, especialmente notáveis na arrogância e no materialismo das filhas de Sião, que são um reflexo da rebelião do povo contra Deus.


terça-feira, 25 de agosto de 2009

O Messias: "Renovo do Senhor"


"² Naquele dia o renovo do Senhor será cheio de beleza e de glória; e o fruto da terra excelente e formoso para os que escaparem de Israel". Isaías 4:2

Embora seja uma continuidade do dia de guerra referido no capítulo 3:24-26), o v.2 de Isaías 4 é uma profecia messiânica. O Renovo do Senhor (o "Ramo" ou "Broto" que traz vida nova) refere-se a Cristo que trará salvação, santidade, restauração e esperança após a seca espiritual causada pelo pecado, simbolizando a renovação, a salvação e a promessa de Deus de um novo começo.

"Renovo do Senhor" refere-se a Jesus Cristo. Tema central em passagens como Jeremias 23:5 e Isaías 4:2, Jesus Cristo, nosso refúgio, fonte de perdão e vida digna, que nos livra da vergonha e nos guia para a Canaã celestial.

Uma mensagem de esperança e purificação após o juízo divino, descrevendo como o Messias purificará Sião, restaurará o povo fiel.

Isaías 4 reforça o chamado (convite) de Deus para a santidade, pois o Renovo do Senhor (v. 2), trará a renovação espiritual aos cristãos, restaurando vidas, através de Sua fidelidade diária, como visto em Lamentações 3:22-23 e Salmo 51:10.

A profecia aponta para a vinda do Messias (o Renovo), que inaugurará o Reino de Deus, trazendo paz, justiça e santidade, cumprindo as promessas divinas para um remanescente fiel, tanto para Israel quanto para a Igreja.

Assim como Deus protegeu Israel, Ele oferece Sua presença protetora (nuvem e fogo) aos que Nele confiam. Deus proverá proteção e santidade, simbolizadas por uma nuvem de glória e fogo, como no Êxodo, culminando na restauração final em Seu Reino.

"Naquele dia", o capítulo começa com a devastação pós-guerra (referência a Isaías 3), por causa da grande quantidade de homens mortos na guerra, o número de mulheres excedia em muito o de homens (v. 1-4).

Jovens cairiam mortos diante dos exércitos da Síria, outros foram levados cativos. As mulheres apelaram aos poucos homens restantes para se casarem com elas, pedindo a proteção e o conforto do casamento, pois era vergonhoso não ter filhos, sendo visto até mesmo como castigo.

"Naquele Dia", os restantes de Sião os justos, serão chamados santos, e Deus lavará a "imundícia das filhas de Sião" e purificará Jerusalém com o "Espírito de justiça e de fogo" (vv. 2-4).

O fogo aqui tem um papel purificador, como o do ourives refinando a prata, separando os fiéis dos ímpios. Deus promete proteger Seu povo remanescente como uma "nuvem de fumaça" de dia e "chama de fogo" à noite, uma imagem que remete à coluna de nuvem e fogo que guiou Israel no deserto, oferecendo abrigo e segurança (vv. 5-6).

A profecia esclarece aos que permaneceram fiéis ao Senhor, e pelos quais Deus abençoaria a terra, que eles escapariam da devastação causada pela guerra (Isaías 3:25 e 26; Is 10:20-22; 37:31-32).


sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Convite a Luz do Senhor


"Vinde, ó casa de Jacó, e andemos na luz do Senhor" - Isaías 2:5, é um convite profético para o povo de Israel (a casa de Jacó) a caminhar na luz de Deus, abandonando os ídolos e costumes estranhos para seguir os ensinamentos divinos que emanam de Sião (Jerusalém).

Um chamado para a paz e para um futuro de esperança, onde a sabedoria e a luz do Senhor guiarão a vida, transformando conflitos em prosperidade, como ilustrado pela metáfora de converter espadas em arados.

O Monte do Senhor (Isaías 2:2,4,5) descreve um futuro onde o Monte do Templo de Deus será o mais alto, atrativo para todas as nações que buscarão os ensinamentos divinos.

Nesse cenário, as nações pararão de fazer guerra, transformando suas armas em ferramentas agrícolas, e Deus será o juiz justo entre os povos.

O convite em Isaías 2:5, é um chamado direto para a descendência de Jacó (o povo de Israel) para que se volte para Deus, vivendo sob Sua orientação e sabedoria.

Representa a verdade, a orientação, a presença e os ensinamentos de Deus, contrastando com a escuridão da ignorância e dos ídolos.

O versículo conclama o povo a abandonar as práticas erradas e a abraçar o caminho de Deus, prometendo um futuro de paz e entendimento, em harmonia com o que foi dito nos versículos anteriores.

É uma passagem que fala de esperança, paz e uma nova aliança com Deus, incentivando o abandono da violência e a busca pela verdade divina para guiar a vida.

sábado, 8 de agosto de 2009

Que tal um cafezinho agora?



Uma de minhas frases preferidas:

"É melhor tentar e falhar,
que preocupar-se
e ver a vida passar.
É melhor tentar,
ainda que em vão
que sentar-se,
fazendo nada até o final.
Eu prefiro na chuva caminhar,
que em dias frios em casa me esconder.
Prefiro ser feliz embora louco,
que em conformidade viver".
Martin Luther King


SEJA UM IDIOTA, por Arnaldo Jabor

Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre.
Putz! A vida já é um caos, por que fazemos dela,
ainda por cima, um tratado?
Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável:
mortes, separações, dores e afins.

No dia-a-dia, seja idiota!
Ria dos próprios defeitos.
E de quem acha defeitos em você.
Ignore o que o boçal do seu chefe disse.
Pense assim: quem tem que carregar
aquela cara feia todos os dias,
inseparavelmente, é ele. Pobre dele.

Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor,
dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice.
Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.
Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém
que tem conselho pra tudo, soluções sensatas,
mas não consegue rir quando tropeça? Hahahahahaa...
Alguém que sabe resolver uma crise familiar,
mas não tem a menor idéia de como preencher
as horas livres de um fim de semana?
Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?

É bem comum gente que fica perdida
quando se acabam os problemas.
E daí, o que eles farão
se já não tem por que se desesperar?
Desaprenderam a brincar.
Eu não quero alguém assim comigo.
Você quer? Espero que não.
Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas...
a realidade já é dura; piora se for densa.
Dura, densa, e bem ruim. Brincar é legal.
Entendeu? Esqueça o que te falaram sobre ser adulto,
tudo aquilo de não brincar com comida,
não falar besteira, não ser imaturo, não chorar,
não andar descalço, não tomar chuva.

Pule corda! Adultos podem (e devem) contar piadas,
passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.
Ser adulto não é perder os prazeres da vida –
e esse é o único “não” realmente aceitável.
Teste a teoria.
Uma semaninha, para começar.
Veja e sinta as coisas
como se elas fossem o que realmente são: passageiras.
Acorde amanhã e decida entre duas coisas:
ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir...

Bom mesmo é ter problema na cabeça,
sorriso na boca e paz no coração.
Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus
e que tal um cafezinho gostoso agora?
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios.
Por isso cante, chore, dance e viva intensamente
antes que a cortina se feche.


quinta-feira, 30 de julho de 2009

Escondidinho

Eu gosto de saborear um bom escondidinho de legumes; de carne seca (desfiada) ou de calabresa... Hum!!! estes são os meus preferidos. Vou deixar aqui uma dica que facilita em muito a minha receita. Faça um purê de batata, mandioca ou abóbora (o que quiser) e monte o seu escondidinho como se fosse uma lasanha. A última camada opte por queijo e óregano e leve para gratinar, ou apenas o purê, orégano e 20 minutos de forno para gratinar. Ao retirar do forno espalhe batata palha por cima. Fica sempre uma delícia. Use o que a sua imaginação mandar e Surpreenda-se com a cor, o aroma e o sabor deste prato!

"O Escondidinho. Esta delícia, encontrada na cozinha de diversas regiões do Brasil, pode ter como base a mandioca (macaxeira/aipim); a batata (minha preferida); a abóbora, e o recheio que a criatividade brasileira mandar, como: carne seca; carne moída; legumes; frango; calabresa; camarão, salsicha... acrescente-se ao recheio temperos, cheiro-verde, alho, cebola...; ao purê acrescente requeijão... Pronto. Sirva-se de uma receita deliciosa que cai bem em qualquer ocasião, da simples a mais sofisticada; podendo muito bem ser um prato representativo do nosso país". Elizabeth Nogueira

Surpreenda sua família com este escondidinho de carne seca. É uma receita simples e deliciosa.

Escondidinho de Carne Seca
Tipo de Culinária: Sudeste
Categoria: Pratos Principais
Subcategorias: Carnes
Rendimento: 4 porções

Ingredientes
500 gr de carne seca
1 kg de mandioca
1/2 unidade(s) de cebola ralada(s)
quanto baste de cheiro-verde
1 copo(s) de requeijão
quanto baste de azeite
quanto baste de leite
quanto baste de manteiga Mococa
quanto baste de sal

Modo de Fazer:
De véspera coloque a carne seca de molho e vá trocando a água para tirar o sal. Cozinhe a carne seca e depois de cozida, retire a gordura e desfie em pedaços médios, reserve. cozinhe a mandioca até que fique bem macia. Faça um purê com pouco leite (para ressaltar o gosto da mandioca), manteiga e sal. Em uma panela, refogue a cebola no azeite. Adicione a carne seca e a salsa e cebolinha, deixe apurar um pouco. Em um pirex coloque o purê de aipim, por cima a carne seca e cubra com um copo de requeijão. Leve ao forno quente rapidamente para derreter o requeijão.

FONTE:
Escondidinho
por:
Chef Rodrigo Anunciato
Formado em gastronomia pelo Senac e Professor de Gastronomia na Universidade Católica de Santos.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Dispostos a Ouvirem a Deus


Em Isaías 1:18-19, Deus faz um convite a Israel para resolverem um assunto que precisava de uma solução:

"Venham, vamos discutir a questão, diz o Senhor. Ainda que os seus pecados sejam como o escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã. Se estiverem dispostos e me ouvirem, vocês comerão o melhor desta terra".

Deus convida o povo para um diálogo, prometendo perdão total (pecados escarlates se tornarão brancos como neve/lã) se eles se arrependerem e obedecerem, resultando em bênçãos e fartura na terra.

Os versículos 18 e 19 destacam com clareza do convite de Deus para uma discussão e a transformação radical oferecida. É um convite de Deus ao diálogo e ao perdão, prometendo purificar até os pecados mais graves (representados pela cor vermelha). Estabelece uma condição para a prosperidade: a disposição para ouvir e a atitude de obediência.

Frequentemente, Isaías 1 é chamado de "A Grande Queixa" ou o "Tribunal de Deus". O profeta apresenta uma acusação formal contra o Reino de Judá, descrevendo a corrupção moral e o vazio religioso do povo.

O capítulo começa com Deus convocando os céus e a terra como testemunhas. Ele lamenta que, enquanto os animais reconhecem seus donos, o povo de Israel não reconhece o seu Deus.

Deus expressa seu cansaço com os rituais externos (sacrifícios, festas e orações) realizados por um povo cujas mãos estão "cheias de sangue". Ele enfatiza que a religião sem justiça social e pureza de coração é abominável.

No versículo 18, há um dos convites mais famosos da Bíblia: "Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve".

O Senhor exige ações práticas: "aprendei a fazer o bem; praticai o que é reto; ajudai o oprimido; fazei justiça ao órfão; tratai da causa das viúvas".

O capítulo termina com a promessa de que Deus purificará a cidade (Jerusalém) por meio do juízo, removendo os rebeldes e restaurando a justiça.

Deus repreende seu povo por sua infidelidade e injustiça, mas oferece esperança de restauração para aqueles que se voltarem para Ele, contrastando com o destino dos que persistem na rebelião e abandono.

Isaías 1:27, diz "Sião será redimida pela justiça, e os que se arrependerem serão restaurados pela retidão".

Em diversas traduções da Bíblia, fala sobre a redenção de Sião (Jerusalém/o povo de Deus) através da justiça e retidão, prometendo que aqueles que se arrependerem e voltarem para Deus serão restaurados, enquanto os rebeldes e pecadores que abandonam o Senhor serão destruídos, sendo comparados a um carvalho que seca ou jardim sem água.

A frase "um carvalho que seca ou jardim sem água", em Isaías 1:30, descreve o destino de um povo que se afasta de Deus, simbolizando a falta de vida, a desilusão e a vergonha após rejeitarem os verdadeiros caminhos, sendo comparados a árvores sem viço e jardins sem irrigação, ao contrário da promessa de restauração com água e Espírito Santo encontrada em outros capítulos como o 44:1-3:

"Porque derramarei água sobre o sedento e rios sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua semente e a minha bênção sobre os teus descendentes. E brotarão entre a erva, como salgueiros junto aos ribeiros das águas".

Essa passagem mostra a restauração plena que Deus oferece, saciando a sede espiritual e trazendo vida, assim:

1. derramarei água sobre o sedento;
2. derramarei rios sobre a terra seca;
3. derramarei o meu Espírito sobre a tua semente;
4. derramarei a minha bênção sobre os teus descendentes; e
5. derramamento do Espírito Santo: - "...brotarão entre a erva, como salgueiros junto aos ribeiros das águas".

Significa restauração de Israel e bençãos de Deus, mesmo em meio a aridez. Uma licença poética de Deus prometendo renovação, vida, crescimento abundante para Seu povo, comparando-os aos salgueiros, plantas que florescem onde há água.

Autoria: Elizabeth Nogueira *****


domingo, 19 de julho de 2009

Os Sonhos de Deus


Os sonhos de José do Antigo Testamento, o José "do Egito", foi a forma que Deus se comunicou revelando as profecias a José, mostrando o futuro. A história é incrível, porém muito extensa. Vou resumir e naquilo que faltar, indico a leitura de parte do Livro 😉(Gênesis 37 - 41).

Os "Sonhos de José" refere-se principalmente aos sonhos proféticos do José do Antigo Testamento (Gênesis), que prefiguravam sua futura ascensão e a reverência de sua família (feixes de trigo, sol, lua e estrelas se curvando). Esses sonhos são temas bíblicos centrais sobre fé, provação e o cumprimento dos planos (propósito) divino.

Sonhos de José (Antigo Testamento - Gênesis 37)

Sonho 1: José sonha que ele e seus irmãos estavam no campo, e os feixes dos irmãos se curvaram ao feixe de José, gerando ciúmes e ódio.

Sonho 2: José sonha com o sol, a lua e onze estrelas se curvando para ele, confirmando a reverência futura de sua família, o que também aumentou o desprezo dos irmãos e a reflexão do pai.

Esses sonhos, na verdade, foram o catalisador (dispositivo que acelera) que gerou "o motivo", a razão para que os irmãos de José o vendessem como escravo. Os sonhos apontam para sua futura posição de poder no Egito, onde a providência divina agindo através dele "salvou" sua família, o Egito e povos vizinhos da fome.

Interessante que tudo começou com os Sonhos de José...

Então, o Faraó sonhou com sete vacas gordas devoradas por sete magras, e com sete espigas cheias devoradas por sete espigas secas.. Os sonhos eram incomuns. O Faraó convocou todos os seus magos e sábios, mas nenhum deles foi capaz de interpretar os sonhos de Faraó de forma satisfatória ou convincente, o que deixou o Faraó perturbado. Ninguém no Egito conseguia interpretar seus sonhos.

O copeiro do Faraó, que havia se esquecido de José por dois anos, lembrou-se dele e contou ao Faraó sobre a capacidade de José em interpretar sonhos com precisão (pois o sonho do próprio copeiro e do padeiro haviam se cumprido exatamente como José previra. O Faraó mandou trazer José a sua presença para interpretar os sonhos.

José, deixou bem claro que a habilidade de interpretar os sonhos não vinha dele mesmo, mas sim de Deus. "Isso não está em mim; Deus dará a Faraó uma resposta de paz" (favorável) Genesis 41: 16. A resposta pode ter impressionado o Faraó, que acreditava na conexão entre o divino e a realeza.

Deus salvou o Egito da fome quando José interpretou corretamente os sonhos do Faraó. 

José interpretou os dois sonhos do Faraó como tendo um único significado previam sete anos de grande fartura seguidos por sete anos de escassez severa (fome), o que fazia sentido para o Faraó, pois a duplicidade do sonho indicava que a mensagem era certa e havia sido estabelecida por Deus.

Além da interpretação, José também apresentou um plano de ação concreto e sensato para lidar com a situação, sugerindo ao Faraó que nomeasse administradores para recolher e armazenar um quinto da produção de grãos (colheita) durante os anos de fartura.

A combinação da falha de seus próprios conselheiros, a natureza convincente e a origem divina da interpretação, e a proposta de uma solução administrativa eficaz convenceram o Faraó da sabedoria de José, levando-o a confiar nele e a colocá-lo como governador do Egito.

Faraó encarregou José dessa tarefa. José implementou um plano de armazenamento de grãos durante os anos de abundância. Assim, foi estocado grãos em grandes quantidades, comparáveis à areia do mar, em cidades por todo o Egito. 

Quando os sete anos de fome chegaram, José abriu os depósitos e vendeu os grãos para os egípcios e povos vizinhos, que vinham ao Egito buscar alimento, salvando-os da morte. A fome foi tão severa que mesmo os egípcios venderam suas terras e, se tornaram servos em troca de comida...

Essa história demonstra a sabedoria de José e a providência divina.

Quando a fome chegou foi a distribuição dos alimentos estocados que permitiu que fossem salvos da fome o povo egípcio, a família de José (israelitas que migrarem para o Egito); e, povos circunvizinhos.

Certo é que, o que tornou o José, do Antigo Testamento, o segundo homem mais poderoso do Egito, foi a sua disposição em se colocar a serviço dos propósitos (sonhos) de Deus para a sua vida.

Deus ainda nos fala através de sonhos, sendo a Bíblia (as Escrituras) a revelação completa e principal para nos guiar dentro dos propósitos; os sonhos devem sempre ser interpretados à luz da Palavra de Deus (Bíblia).


"Os Sonhos de Deus" - Nani Azevedo (2008)


A canção "Os Sonhos de Deus", gravada por Nani Azevedo, foi lançada originalmente em 2008 pela gravadora Central Gospel Music. Foi escrita pelo compositor Moisés Cleyton. Tornou-se um dos maiores sucessos da carreira do cantor, integrando o álbum e DVD Excelência, gravado ao vivo.


Recentemente, em outubro de 2024, Nani Azevedo lançou uma releitura dessa canção com influências dos gêneros country e folk.