sábado, 23 de abril de 2011

Cântico de Louvor e Gratidão




Assim como Isaías 12, o capítulo 25 do livro de Isaías é um hino de louvor e gratidão a Deus, reconhecendo Sua soberania, justiça e proteção aos necessitados.

          1 Ó Senhor, tu és o meu Deus. Eu te adorarei e louvarei o teu nome, pois tens feito coisas maravilhosas; tens cumprido fielmente os planos seguros que há muito tempo decidiste fazer.

É frequentemente lido como uma profecia messiânica que aponta para a restauração final e a vitória sobre a morte.

Louvor pela Fidelidade de Deus (Versículos 1-5): O profeta exalta a Deus por realizar maravilhas planejadas há muito tempo. Ele destaca como Deus é um refúgio para o pobre e um abrigo contra a tempestade, protegendo os humildes dos opressores [1].

O Banquete para todas as Nações (Versículos 6-8): Esta é uma das passagens mais célebres da Bíblia. Descreve um banquete preparado por Deus no "monte do Senhor" para todos os povos. É aqui que se encontra a promessa de que Deus "aniquilará a morte para sempre" e enxugará as lágrimas de todos os rostos [1, 2].

A visão de Isaías é cumprida em Jesus, que convida todos os povos para a mesa do Reino, abolindo a morte e trazendo a salvação. Na Bíblia, o banquete simboliza comunhão, celebração e o Reino de Deus, sendo um convite à vida abundante e à intimidade com Deus, contrastando com banquetes de orgulho ou indiferença, como nas parábolas de Jesus sobre o convite aos pobres e marginalizados (Lucas 14) ou o banquete final messiânico.

A Salvação e o Julgamento (Versículos 9-12): O capítulo termina com o povo celebrando a salvação ("Este é o nosso Deus; nós o esperávamos") e o julgamento do orgulho, representado simbolicamente pela queda de Moabe [1].

Isaías 25 é lido como uma prefiguração da ressurreição e do Reino de Deus estabelecido por Jesus Cristo, trazendo uma mensagem de esperança e conforto para tempos de dificuldade.


Descendência Bendita do Senhor


O capítulo Isaías 61:1-11, descreve a missão do Messias e a restauração de Israel: - ¹ O Espírito do Senhor Deus está sobre mim; porque o Senhor me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos; [...]

O Senhor ungiu o Messias e o Seu Espírito está sobre Ele, para:

1. pregar boas novas aos mansos, pessoas humildes, submissos à vontade Deus, com domínio próprio, age com justiça;

2. enviou-me a restaurar os contritos de coração - consolar os aflitos, proclamar liberdade e restaurar os quebrantados de coração, 

3. a proclamar liberdade aos cativos - Jesus Cristo como o Messias, ungido de Deus, o servo que traria libertação espiritual e física, como Ele mesmo declarou ao ler Isaías na sinagoga (Lucas 4:18-19), não só aos cativos no exilio (prisão física), mas também à escravidão do pecado, do medo e da opressão espiritual, oferecendo libertação pela fé em Jesus.

          ² A apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes; ³ A ordenar acerca dos tristes de Sião que se lhes dê glória em vez de cinza, óleo de gozo em vez de tristeza, vestes de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantações do Senhor, para que ele seja glorificado".

4. a apregoar o ano aceitável do Senhor - Jesus afirma que nEle se cumpre Isaías, anunciado o ano aceitável do Senhor (Lc. 4:18-19 e Ma. 11:28-29). Tempo de favor, consolo, perdão de dívidas, libertação de escravos, restauração de terras. Em Jesus Cristo é ofertado perdão, cura e vida nova, transformação da tristeza em alegria e da vergonha em honra para todos os que creem.

5. a consolar todos os tristes de Sião - descreve a missão do Messias em trazer um tempo de favor divino: consolo e restauração; alegria em vez de luto; louvor em vez de angústia. Simbolizando cura, liberdade para os que choram em Sião que serão chamados de "árvores de justiça", plantações do Senhor para Sua glória.

Jesus leu este trecho de Isaías em Lucas 4:18-19, declarando que a profecia se cumpria Nele, apontando para Seu ministério de libertação e restauração espiritual e emocional. É uma mensagem de esperança, prometendo que Deus troca a dor pela alegria e a vergonha pela honra, restaurando a vida e a dignidade.

6. A ordenar acerca dos tristes de Sião - ordenando (determinando/prescrevendo) que aos que choram em Sião seja dada glória em vez de cinzas, óleo de alegria em vez de tristeza, que TROQUEM a roupagem do espírito angustiado por vestes de louvor, representando a libertação e restauração realizada pelo Espírito Santo.

Para que revestidos do poder do Espírito Santo, serem transformados em árvores de justiça (carvalho), plantações do Senhor para celebração e honra de Seu nome. E, "os tristes de Sião", terão sob essa nova identidade: gratidão e propósito, para manifestação de Sua glória.

A passagem se refere as bênçãos e restauração que o povo de Deus pode experimentar através de Sua intervenção, substituindo o sofrimento pela alegria e justiça. Jesus Cristo aplicou esses versículos a si mesmo em Lucas 4:18-21, cumprindo a profecia em Seu ministério.

Este versículo é a instrução divina para a transformação dos que sofrem, trocando seus símbolos de luto por símbolos de alegria e honra.

Símbolos de Transformação, para que sejam chamados "árvores de justiça, plantações do Senhor", símbolo vivo de retidão e fé, glorificando a Deus: 
  • Troca de cinzas por coroa: Cinzas simbolizavam luto e desgraça; a coroa representa honra, restauração e alegria.
  • Troca de pranto por óleo de alegria: O óleo, um símbolo de alegria e celebração, substitui as lágrimas.
  • Troca de espírito angustiado por manto de louvor: A tristeza e o desânimo são trocados por um revestimento de louvor e celebração.
          ⁴ E edificarão os lugares antigamente assolados, e restaurarão os anteriormente destruídos, e renovarão as cidades assoladas, destruídas de geração em geração. ⁵ E haverá estrangeiros, que apascentarão os vossos rebanhos; e estranhos serão os vossos lavradores e os vossos vinhateiros. ⁶ Porém vós sereis chamados sacerdotes do Senhor, e vos chamarão ministros de nosso Deus; comereis a riqueza dos gentios, e na sua glória vos gloriareis. ⁷ Em lugar da vossa vergonha tereis dupla honra; e em lugar da afronta exultareis na vossa parte; por isso na sua terra possuirão o dobro, e terão perpétua alegria.

"Edificarão, restaurarão, renovarão", assim Isaías descreve um futuro de restauração e honra para o povo de Deus, afirmando que eles serão chamados representantes (sacerdotes/ministros) do Senhor nosso Deus, desfrutando da riqueza e glória das nações, e recebendo dupla honra, satisfação por sua herança (terra), possuirão o dobro, terão perpétua alegria.

As nações gentias (não judeus) trarão seus bens e honra para o povo de Deus, que se beneficiará de sua prosperidade e se gloriará nela, simbolizando um tempo de bênção e reconhecimento universal. Após o sofrimento e desonra, virá uma restauração em dobro, com herança abundante e alegria perpétua, como prometido por Deus.

          ¹⁰ Regozijar-me-ei muito no Senhor, a minha alma se alegrará no meu Deus; porque me vestiu de roupas de salvação, cobriu-me com o manto de justiça, como um noivo se adorna com turbante sacerdotal, e como a noiva que se enfeita com as suas joias. ¹¹ Porque, como a terra produz os seus renovos, e como o jardim faz brotar o que nele se semeia, assim o Senhor Deus fará brotar a justiça e o louvor para todas as nações.

Deus ordenou que fossem trocadas a roupa do espírito angustiado por vestes de louvor, trocados os seus símbolos de luto por símbolos de alegria e honra; e, VESTIU O POVO DE SIÃO de roupas de salvação e os COBRIU do manto de justiça (v. 10).

É a descrição de uma festa de bodas. E, Sião preparada - com as vestes nupciais: as vestes de salvação e o manto de justiça, como um noivo adornado com turbante sacerdotal e uma noiva enfeitada com suas joias, em suas núpcias, representando restauração, justiça, glória - aceita com alegria e gratidão a nova aliança com Deus.

Na Parábola das Bodas em Mateus 22:1-14, Jesus faz referência a vestes nupciais de arrependimento, fé, comunhão... apropriadas para entrar e permanecer no banquete (Reino de Deus) de casamento entre Cristo (Cordeiro) e sua Igreja (noiva), o que reforça essa conexão simbólica de núpcias entre Sião (Israel) e Deus, em Isaías 61.

           ⁸ Porque eu, o Senhor, amo o juízo, odeio o que foi roubado oferecido em holocausto; portanto, firmarei em verdade a sua obra; e farei uma aliança eterna com eles. ⁹ E a sua posteridade será conhecida entre os gentios, e os seus descendentes no meio dos povos; todos quantos os virem os conhecerão, como descendência bendita do Senhor. 

"Farei uma aliança eterna com eles", e "a sua posteridade", "e os seus descendentes" serão conhecidos "como descendência bendita do Senhor"(v.8). As nações verão e reconhecerão que o povo de Deus é abençoado, não por mérito próprio, mas pela graça divina. 

sábado, 16 de abril de 2011

Roberto Farias


Gosto muito dos filmes dirigidos por Roberto Farias... e sempre que assisto ou leio algo sobre eles além da constatação do talento que amarra cada detalhe eu me divirto bastante. Fica aqui a sugestão destes filmes para seu final de semana...

Roberto Figueira de Farias (Nova Friburgo, 27 de março de 1932) é um cineasta brasileiro. Diretor, produtor e distribuidor, realizador do clássico: O assalto ao trem pagador (1962). Roberto Farias foi diretor geral da Embrafilme em sua fase áurea, entre 1974 e 1978.

Nascido em 1932, em Nova Friburgo (RJ), começou no início dos anos 1950 como assistente de direção da Atlântida e em algumas produções de Watson Macedo.

Entre 1957 e 1960 realizou quatro longas: Rico ri à toa (1957), seu primeiro filme, No mundo da lua (1958), Cidade ameaçada (1959) e Um candango na Belacap (1960).

Em 1964 dirigiu Selva trágica (1964), que teve sucesso de crítica. ComToda donzela tem um pai que é uma fera (1966) fez um marco das comédias de costume carioca. Ao mesmo tempo que, com Luiz Carlos Barreto, ajudou a fundar a Difilm distribuidora do Cinema Novo, dedicou-se também à sua própria produtora, a R. F. Farias, junto com seu irmão Riva Faria, e à Ipanema Filmes, uma usina de sucessos, como: Os paqueras (1968), Roberto Carlos e o diamante cor de rosa (1968) e Roberto Carlos a 300 quilômetros por hora (1971), todos estes dirigidos pelo próprio Roberto Farias.

Em 1973 realizou com Hector Babenco O fabuloso Fittipaldi. Seja na iniciativa privada ou em cargos públicos, sempre teve como meta a ocupação do mercado brasileiro pelo filme nacional, bem como sua projeção internacional.

Sua gestão na Embrafilme e no Concine coincide com o período de maior público do filme nacional em relação ao produto estrangeiro, quando a distribuidora da Embrafilme foi líder do mercado durante três anos seguidos.

Em 1981, dirigiu Pra frente Brasil, primeiro filme a falar explicitamente da tortura na ditadura militar, premiado nos festivais de Berlim e Huelva.

Produziu ainda Azyllo muito louco (1968), de Nelson Pereira dos Santos, Os machões (1973) e Barra pesada (1977), ambos de seu irmão Reginaldo Faria, entre outros.

Em cinema, seu filme mais recente foi Os trapalhões e o Auto da Compadecida (1987). Nos últimos anos tem se dedicado à produção de minisséries e programas para televisão.

NO MUNDO DA LUA
George Green canta "Banana Boat Song / Day-O"
no filme "No Mundo da Lua" (1958 - dir. Roberto Farias).


"No Mundo da Lua", um dos primeiros trabalhos do cineasta Roberto Farias - reunia os talentos cômicos de Walter D'Avila, Violeta Ferraz, Consuelo Leandro e Nancy Wanderley. O cantor norte-americano George Green, esteve no Rio de Janeiro em 1958, e se apresentou em diversas boites e casas de espetáculo com grande sucesso. George tinha uma performance curiosa, e chamava atenção por cantar canções de gêneros em plena ascenção aqui no Brasil, o rock e o 'calypso'. No vídeo, ele aparece cantando "Banana Boat Song", uma tradicional musical jamaicana.

UM CANDANGO NA BELACAP
Sonia Delfino Um candango na belacap


O ASSALTO AO TREM PAGADOR
Tião Medonho e Grilo - O Assalto ao Trem Pagador




RICO RI À TOA
Zé Gonzaga e Marinês e sua Gente

Zé Gonzaga e Marinês cantando no filme Rico Ri à Toa, em 1957, com direção de Roberto Farias.



Um dos raros registros de imagem da cantora Dolores Duran, uma das mais célebres da noite carioca nos anos 50. Número musical do filme "Rico Ri à Toa" (1957 / dir. Roberto Farias).

UM POUCO MAIS SOBRE ROBERTO FARIAS

Irmão do ator Reginaldo Faria, teve um "s" adicionado ao seu sobrenome por erro do cartório. A mãe dele levava-o ainda bebê quando ia ao cinema. Entre uma mamadeira e outra, foi seu primeiro contato com o que se passava na tela. Aos 8 anos montava um "cineminha" na sua casa usando caixas de sapatos. Do cinema para a fotografia foi um pulo fácil e ele veio de Friburgo para cursar Belas Artes no Rio de Janeiroou fazer Arquitetura, mas seu destino e preferência sempre foi o cinema. Em toda a sua carreira, Roberto foi assistente, montador, roteirista, produtor e distribuidor, mas nunca foi ator.

O começo foi na Companhia Atlântida para onde foi levado por Watson Macedo para ser assistente de direção. A estréia foi no drama Maior que o Ódio, dirigido por José Carlos Burle. Fez quase 10 filmes como assistente de direção ou de produção até estrear como diretor em 1957 com Rico Ri à Toa, uma chanchada estrelada por Zé Trindade onde além de dirigir ele também foi o autor do roteiro e dos diálogos.

Em 1960, com o policial Cidade Ameaçada, ganhou vários prêmios e se tornou um dos mais respeitados cineastas brasileiros, posição que ele viria a sacramentar com Assalto ao Trem Pagador, em 1962.

Na década de 1960 fundou com os irmãos a produtora R.F.Farias, uma das mais importantes do país. Ele se tornou um diretor popular ao filmar a trilogia de filmes com Roberto Carlos, que começou em 1968 com Roberto Carlos em Ritmo de Aventura e terminou em 1971 com A 300 km por hora.

Roberto também foi presidente do Sindicato Nacional da Indústria Cinematográfica e o primeiro cineasta a dirigir a Embrafilme. Na [TV Globo] fez em, 1965, "Câmara Indiscreta" mais tarde dirigiu as minisséries: A Máfia no Brasil; As Noivas de Copacabana; Contos de Verão e Memorial de Maria Moura, além dos programas: "Você Decide", "Brava Gente", "Sob Nova Direção" e "Faça a Sua História".

  • Atuação no cinema
1986 - Os Trapalhões no Auto da Compadecida
1982 - Pra frente, Brasil
1973 - O Fabuloso Fittipaldi (documentário)
1971 - Roberto Carlos a 300 Quilômetros por Hora
1970 - Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-Rosa
1968 - Roberto Carlos em Ritmo de Aventura
1966 - Toda Donzela Tem um Pai que É uma Fera
1963 - Selva Trágica
1962 - Assalto ao Trem Pagador
1961 - Um Candango na Belacap
1960 - Cidade Ameaçada
1958 - No Mundo da Lua
1957 - Rico Ri à Toa

  • Atuação na televisão
1984 - A Máfia no Brasil
1992 - As Noivas de Copacabana
1993 - Contos de Verão
1993 - Menino do Engenho
1994 - Memorial de Maria Moura
1995 - Decadência

  • Prêmios

Kikito de melhor filme no Festival de Gramado por Pra Frente, Brasil, em 1982.
Kikito de melhor montagem no Festival de Gramado por Pra Frente, Brasil, em 1982.
Prêmio Ofício Católico Internacional no Festival de Berlim por Pra Frente, Brasil, em 1982.
Prêmio C.I.C.A.E. de melhor filme, no Festival de Berlim por Pra Frente, Brasil.
Prêmio da Crítica no Festival Íbero-Americano de Huelva, por Pra Frente, Brasil.
Prêmio do Centro Cine Alex Vianny por Pra frente, Brasil, em 1982.
Prêmio de melhor filme no Festival de Goiânia por Toda donzela tem um pai que é uma fera, em 1966.
Prêmio de melhor filme no Festival de Arte Negra do Senegal, por Assalto ao trem pagador, em 1962.
Prêmio de melhor filme no Festival da Bahia por Assalto ao trem pagador, em 1962.
Prêmio Saci de melhor roteiro, conferido pelo jornal O Estado de São Paulo, por Assalto ao trem pagador, em 1962.
Prêmio Valores Humanos no II Festival de Arte Cinematográfica de Lisboa, por Assalto ao trem pagador, em 1962.
Prêmio de melhor filme e melhor diretor no Festival de Marília, por Cidade ameaçada, em 1960.
Prêmio Tribunascope e Prêmio Governador do Estado de São Paulo de melhor filme por Cidade ameaçada, em 1960.
Prêmio Governador do Estado de São Paulo de melhor diretor, por Cidade ameaçada, em 1960.

FONTE


quinta-feira, 14 de abril de 2011

Ordem de Nascimento dos Filhos



Não é bem assim nesta ordem do texto abaixo😊😉😆😅😄😃😂😁
Eu tive 3 filhos. Amo a todos com a mesma intensidade desde o momento que soube da gravidez. E já se passaram pouco mais de 20 anos... Tenho total carinho pelos três. Porque pra mim: 1 é Pouco, 2 é Bom D+, 3 é Inesquecível. O que muda de um para o outro é a experiência, em todos os sentidos... Contudo eis aí o que achei dando uma voltinha no Blog A Minha Matilde, e mudei algumas coisinhas...

Ordem de Nascimento dos Filhos: O 1º filho é de vidro... O 2º é de borracha... O 3º é de aço...

Planejamento - O 1º filho é (em geral) desejado; O 2º é planejado; O 3º é escorregado...

Ordem de Nascimento das Crianças

1º- Irmão mais velho têm um álbum de fotografia completo, um relato minucioso do dia que vieram ao mundo, fios de cabelo e dentes de leite guardados...
2º - O segundo mal consegue achar fotos do primeiro aniversário.
3º- Os terceiros, não fazem ideia das circunstâncias em que chegaram à família...

O que vestir

1º bebê - Você começa a usar roupas de grávidas assim que o exame dá positivo.
2º bebê - Você usa as roupas normais o máximo que puder.
3º bebê - As roupas para grávidas são suas roupas normais, porque você deixou de ter um corpinho de sereia e tem uns manequins a mais...

Preparação para o nascimento

1º bebê - Você faz exercícios de respiração religiosamente.
2º bebê - Você não se preocupa com os exercícios de respiração, afinal lembra que, na última vez, eles não funcionaram.
3º bebê - Você pede para tomar a peridural no 8º mês porque se lembra que dói demais.

O guarda-roupas
1º bebê - Você lava as roupas que ganha para o bebê, arruma de acordo com as cores e dobra delicadamente dentro da gaveta.
2º bebê - Você vê se as roupas estão limpas e só descarta aquelas com manchas escuras.
3º bebê - Meninos podem usar rosa, né? Afinal o seu marido é liberal e tem certeza que o filho vai ser macho igual ao pai!

Preocupações

1º bebê - Ao menor resmungo do bebê, você corre para pegá-lo no colo.
2º bebê - Você pega o bebê no colo quando seus gritos ameaçam acordar o irmão mais velho..
3º bebê - Você ensina o mais velho a dar corda no móbile do berço ou manda o marido ir até o quarto das crianças.

A chupeta

1º bebê - Se a chupeta cair no chão, você guarda até que possa chegar em casa e fervê-la..
2º bebê - Se a chupeta cair no chão, você a lava com o suco do bebê.
3º bebê - Se a chupeta cair no chão, você passa na sua camiseta, dá uma lambida, passa na sua camisa desta vez para dar uma secadinha pra não pegar sapinho no nenê, e dá novamente ao bebê, porque o que não mata, fortalece...

Troca de fraldas

1º bebê - Você troca as fraldas a cada hora, mesmo se estiverem limpas.
2º bebê - Você troca as fraldas a cada duas ou três horas, se necessário.
3º bebê - Você troca a fralda somente quando as outras crianças reclamam do cheiro.

Banho

1º bebê - A água é filtrada e fervida e sua temperatura medida por termômetro.
2º bebê - A água é da torneira e a temperatura é fresquinha.
3º bebê - É enfiado diretamente embaixo do chuveiro na temperatura que vier, porque você, seu marido e seus pais foram criados assim, e ninguém morreu de frio.

Atividades

1º bebê - Você leva seu filho para as aulas de musica para bebês, teatro, contação de história, natação, judô...
2º bebê - Você leva seu filho para a escola e olhe lá...
3º bebê - Você leva seu filho para o supermercado, padaria, manicure, e o seu marido que se vire para levá-lo à escola e ao campo de futebol...

Saídas

1º bebê - A primeira vez que sai sem o seu filho, liga cinco vezes para casa da sua mãe, p'ra saber se ele está bem.
2º bebê - Quando você está abrindo a porta para sair, lembra de deixar o número de telefone com a babá.
3º bebê - Você pede a babá para ligar só em caso de emergência.

Em casa

1º bebê - Você passa boa parte do dia só olhando para o bebê.
2º bebê - Você passa boa parte do dia olhando as crianças só para ter certeza que o mais velho não está apertando, mordendo, beliscando, batendo ou coisas do tipo.
3º bebê - idem

FUMAntes PAssivos - Warning Signs


Dois estudantes da Universidade de Nova York pode ajudar fumantes passivos a provar que estão sendo prejudicados.

Trata-se de camisetas com “órgãos” que mudam de cor em contato com a poluição do ar. As roupas detectam e denunciam desde a fumaça do cigarro até emissões de automóveis.

Os criadores – Nien Lam, de 32 anos, e Sue Ngo, de 27 – esperam passar uma mensagem sutil sobre os problemas do ar.

O projeto, chamado de “Warning Signs” (Sinais de Alerta, em inglês), é uma forma silenciosa de protesto – basta andar em um local poluído para que o sensor perceba o monóxido de carbono e “veias” azuis apareçam nas roupas.

As peças ainda são protótipos, feitas em dois modelos. Em um deles, um coração; no outro, um par de pulmões.

Segundo o “WNYC“, os inventores, que se formam em maio, querem produzir as camisetas em larga escala, mas não há preço sugerido.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Salmos


Os Salmos são uma coleção de 150 hinos e orações que compõem um dos livros mais lidos da Bíblia. Eles expressam toda a gama de emoções humanas, desde o desespero até a alegria extrema.

O que são os Salmos?

Poesia e Música: São poesias de louvor, adoração, lamento, sabedoria e profecia, muitas vezes acompanhadas de música.

Expressão Humana: Retratam toda a experiência humana, desde a felicidade até a tristeza profunda, mostrando como se conectar com Deus em todas as circunstâncias.

Livro de Sentimentos: Conhecido como a "anatomia da alma", reflete a fé, esperança, lágrimas e decepções, oferecendo um espelho para os sentimentos.

Autores e Estrutura

Autores: Principalmente o Rei Davi, mas também outros, como Salomão, Asafe e os filhos de Coré.

Compilação: O livro foi compilado ao longo do tempo, com seu formato final possivelmente concluído após o exílio na Babilônia (por volta de 500 a.C.).

150 Livros: Contém 150 poemas numerados, sem divisões de capítulos, mas com uma estrutura interna que alguns dividem em 5 livros.

Salmos Populares e Temas

Salmo 23: "O Senhor é o meu pastor; nada me faltará..." (confiança e provisão). Salmo 23: Conhecido como o "Salmo do Bom Pastor", é usado para trazer conforto, paz e confiança na providência divina "O Senhor é o meu pastor, nada me faltará".

Salmo 91: "Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo..." (proteção divina). Salmo 91: Considerado um salmo de proteção espiritual e física poderosa contra perigos e adversidades.

Salmo 121: "Elevo os meus olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor..." (esperança e socorro). Salmo 121: Frequentemente lido para momentos de jornada ou busca por auxílio "Elevo os meus olhos para os montes; de onde me vem o socorro?".

Salmo 37: "Não te indignes por causa dos malfeitores..." (justiça divina e confiança).

Salmo 51: Uma oração de arrependimento e pedido de perdão, atribuída ao Rei Davi.

Salmo 46: Oferece refúgio e fortaleza em tempos de crise "Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia".

Os Salmos é o livro do Antigo Testamento mais citado no Novo Testamento, com cerca de 80 citações, frequentemente interpretadas como profecias messiânicas cumpridas em Jesus, destacando-se o Salmo 110 - o mais citado, sobre Jesus como Senhor e Rei - e o Salmo 2 - sobre a coroação do Messias. O Salmo 22 - sobre a paixão de Cristo, o Salmo 16 - sobre a ressurreição e corpo incorruptível; e o Salmo 118 sobre a pedra angular rejeitada...

Principais Salmos Citados no Novo Testamento

O Salmo 110:1 - é uma profecia messiânica fundamental onde "O SENHOR disse ao meu Senhor: 'Assenta-te à minha direita até que eu ponha teus inimigos por escabelo dos teus pés'".

Este versículo descreve uma comunicação entre Deus Pai e Jesus Cristo, prometendo ao Messias (o Senhor) um lugar de honra e poder, aguardando a subjugação completa de todos os inimigos.

Citado no Novo Testamento em Atos 2:34-35; Mateus 22:44; Marcos 12:36; Lucas 20:42-44; Efésios 1:20; Hebreus 1:13 e 10:12-13; Colossenses 3:1; 1 Coríntios 15:25.

Salmo 2: Sobre a rebelião das nações e a coroação do Rei ungido de Deus (citado em Atos 4, Hebreus 1).

Salmo 22: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (Mateus 27) e os sofredores (Hebreus 2).

Salmo 16 (16:8-10): A ressurreição de Jesus (Atos 2, 13).

Salmo 118 (118:22-23): "A pedra que os construtores rejeitaram..." (Pedro em 1 Pedro 2).

Salmo 109 (109:4): A oração de Jesus pelos inimigos (Lucas 23:34).

Temas Messiânicos Comuns

A Realeza e Sacerdócio de Cristo: Salmos como o 2, 45, 110, 132 (Hebreus cita o Salmos 110:4, ligando Jesus a Melquisedeque).

Sofrimento e Ressurreição: Salmos 16, 22, 41, 69.

Rejeição e Exaltação: Salmos 2, 118, 110.

Como Ler os Salmos

Em momentos de alegria, tristeza, dúvida, gratidão ou busca por conforto. Os Salmos servem como orações, louvores e reflexões para expressar o coração e se aproximar de Deus. Os Salmos são uma parte essencial da tradição judaico-cristã, usados para orar, meditar e encontrar consolo.

As frases dos Salmos são repletas de conforto, louvor, pedidos de ajuda e sabedoria, como:

"O Senhor é o meu pastor, nada me faltará" (Salmo 23:1);

"Ainda que a minha mente e o meu corpo enfraqueçam, Deus é a minha força" (Salmo 73:26);

"Cria em mim, ó Deus, um coração puro" (Salmo 51:10).

Os Salmos é repleto de mensagens de confiança em Deus, proteção divina, e direção para a vida, ideais para momentos de alegria, aflição ou busca por esperança.

Salmos de Louvor e Gratidão

"A terra está cheia do constante amor do Senhor." (Salmo 33:5).

"Bendito seja o Senhor, Deus, nosso Salvador, que cada dia suporta as nossas cargas." (Salmo 68:19).

Salmos de Proteção e Força

"O Senhor é quem te guarda; o Senhor é a tua sombra à tua direita." (Salmo 121:5).

"Aquele que habita no esconderijo do altíssimo, à sombra do Onipotente descansará." (Salmo 91:1).

"Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia." (Salmo 46:1).

Salmos de Busca por Direção e Sabedoria

"A ti, Senhor, elevo a minha alma. Deus meu, em ti confio, não seja eu envergonhado." (Salmo 25:1-2).

"Vossa verdade me oriente e me conduza, porque sois o Deus da minha salvação!" (Salmo 25:5).

"Bem-aventurado o homem que põe no Senhor a sua confiança." (Salmo 40:4).

Salmos em Momentos Difíceis

"Em paz me deito e logo pego no sono, porque, Senhor, só tu me fazes repousar seguro." (Salmo 4:8).

"Senhor meu Deus, clamei a ti, e tu me saraste." (Salmo 30:2).



sábado, 9 de abril de 2011

Tu serás uma bênção



Na Bíblia lemos quando Deus disse a Abrão: "¹ Ora, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. (Gênesis 12:1)." O plano era chegar na terra de Canaã (Gn. 12:5).

Era o início da história daquele que Deus mudou o nome de Abrão (pai amado) para Abraão (pai de muitas nações). A mudança de nome (Gênesis 17:5) foi um ato simbólico de Deus para selar uma aliança e confirmar a promessa de torná-lo o progenitor de um grande povo. É um marco de sua nova identidade e do início de sua missão.

Abraão é considerado o pai de Israel, o patriarca fundamental do povo judeu. escolhido por Deus para sair de sua terra e formar uma grande nação na Terra de Canaã, sendo o pai da fé e da promessa de uma descendência numerosa, através de seu filho Isaque e neto Jacó (que recebeu o nome de Israel).

Deus instrui Abraão a abandonar sua terra natal (Ur dos Caldeus) e sua parentela, e que confiasse que ao chegar em Canaã lhe mostraria em qual terra deveria habitar com sua família.

Muitas vezes temos de deixar "nossa Terra" antes de Deus nos mostrar nossa "nova" terra... é uma ruptura com tudo aquilo que conhecemos, que temos familiaridade. As vezes pode ser tudo o que se quer: "deixar aquele local, conhecer outras pessoas, começar tudo de novo". Pode também ser o contrário, e não se ter plano algum em sair, em deixar sua casa, seu trabalho, conhecidos, familiares...

Não havia instrução de como seria mudar com toda a família fazendo um percurso de aproximadamente 1.850km, a pé. Idosos, crianças, animais, posses (roupas, alimentos, tendas). Era necessário fé. Foi necessário, disposição para estar sob dependência e direcionamento de Deus.

A família acompanhando Terá (pai de Abraão) que queria retornar a Canaã, tinham percorrido o equivalente a 950km. Chegando a Harã (cidade batizada com o nome do irmão de Abraão), as terras eram férteis e Terã se estabeleceu ali, na metade do caminho. E, Deus instruiu a Abraão que este deveria continuar a viagem até Canaã e se estabelecer nas terras que Ele (Deus) mostraria.
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Abraão aos 75 anos de idade (Gn. 12.4) colocou à prova sua fé: confiar plenamente na direção divina para seu presente e futuro. Deixar conforto, segurança, vínculos sociais e familiares, para seguir um propósito maior: "Em ti serão benditas, todas as famílias da terra" (Gn. 12: 3).

Gênesis 12:5-7, diz: ⁵ E tomou Abrão a Sarai, sua mulher, e a Ló, filho de seu irmão, e todos os bens que haviam adquirido, e as almas que lhe acresceram em Harã; e saíram para irem à terra de Canaã; e chegaram à terra de Canaã. ⁷ E apareceu o Senhor a Abrão, e disse: À tua descendência darei esta terra. E edificou ali um altar ao Senhor, que lhe aparecera.

A viagem de Abraão para a Terra prometida envolvia planejamento: "...e dirige-te à terra que eu te mostrar". E, sempre que Abraão iniciava ou finalizava o trajeto sem o devido direcionamento de Deus, as consequências não eram boas e era necessário Deus adverti-lo, instruindo quanto aos ajustes. 

Nossas viagens (seja a passeio, visitação, moradia, trabalho...) devem ser planejadas de acordo a vontade de Deus, conforme Romanos 1:10: "Em minhas orações; e peço que agora, finalmente, pela vontade de Deus, me seja aberto o caminho para que eu possa visitá-los."

Em outra versão: "E uma das coisas pelas quais continuo a orar é a oportunidade de eu finalmente ir vê-los e Deus quisera e, sendo possível, fazer uma boa viagem" (Bíblia Viva).

*** Autoria: Elizabeth Nogueira

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Jesus - A Esperança das Nações


O Novo Testamento cita diversos versículos de Isaías, destacando profecias messiânicas como Isaías 7:14 (a virgem dará à luz Emanuel, citado em Mateus 1:23), Isaías 53:5 (pelas suas feridas fomos curados, em 1 Pedro 2:24) e Isaías 40:3 (voz que clama no deserto, em Mateus 3:3 e Marcos 1:3), apontando para Jesus Cristo como o cumprimento das Escrituras.

Outras referências incluem Isaías 41:10 ("Não temas"), Isaías 11 (o descendente de Davi), e passagens sobre a restauração de Sião e a vinda do Senhor.

Exemplos de Citações e Cumprimentos

Sobre o Nascimento de Jesus (Emanuel):

Isaías 7:14: "Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e o chamará Emanuel."

Mateus 1:23: Cita diretamente Isaías 7:14 para mostrar o cumprimento na concepção de Maria.

Sobre a Cura e Sofrimento do Messias:

Isaías 53:5: "Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões, moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados."

1 Pedro 2:24: Aplica esta profecia à cura espiritual através de Jesus.

Sobre o Precursor do Messias (João Batista):

Isaías 40:3: "Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai no ermo uma estrada para o nosso Deus."

Mateus 3:3 / Marcos 1:3: Jesus confirma que João Batista é a voz que prepara o caminho.

Sobre a Missão de Jesus (Cura dos Cegos/Surdos):

Isaías 35:5-6: "Então os olhos dos cegos serão abertos, e os ouvidos dos surdos se desimpedirão. Então o coxo saltará como um cervo, e a língua do mudo cantará..."

Mateus 11:5 / Lucas 7:22: Jesus usa esta passagem para mostrar a João Batista que Ele é o Messias que realiza esses milagres.

Sobre o Poder e a Presença de Deus:

Isaías 41:10: "Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça."

Citado em diversas mensagens de encorajamento no NT.

Isaías 41:10 é uma promessa de Deus de presença, força e auxílio, e no Novo Testamento, versículos como João 14:27 (Jesus dá a paz, não como o mundo), Filipenses 4:13 (tudo posso em Cristo que me fortalece), 2 Timóteo 1:7 (Deus não deu espírito de temor) e Hebreus 13:5-6 (Deus não nos deixará nem nos desamparará) ecoam essa mensagem de encorajamento e confiança em Deus, reforçando que Ele está conosco e nos capacita, especialmente através de Jesus Cristo, o Messias prometido em Isaías.

Sobre o Descendente de Davi (Messias Rei):

Isaías 11:1-10: Profetiza um rebento de Jessé que trará justiça e paz.

Romanos 15:12: Cita Isaías 11:10 (em versão grega) para mostrar que Jesus é a esperança das nações.

O Novo Testamento frequentemente usa Isaías para provar que Jesus é o Messias prometido, interpretando as profecias do Antigo Testamento como tendo seu cumprimento em Sua vida, morte e ressurreição.