"O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do SANTO a prudência" (Prov. 9:10).
O respeito reverente a Deus, o reconhecimento de Sua grandeza, autoridade e santidade é o ponto de partida para a sabedoria. É a base, o alicerce para toda a sabedoria. Sem esse temor, o conhecimento humano é limitado e sem direção verdadeira.
O "conhecimento do Santo" é descrito como prudência (ou entendimento), o que indica que a sabedoria divina envolve compreender a natureza de Deus.
Buscar a sabedoria traz benefícios práticos, como uma vida mais longa e correta. Além disso, a responsabilidade é pessoal (individual). Ser sábio beneficia a própria pessoa (v. 11-12).
Provérbios 9:1-6 descreve a Sabedoria personificada como uma anfitriã que construiu uma casa com "sete colunas", símbolo de perfeição e solidez; e, prepara uma grande festa convidando a todos para um banquete de vida.
O banquete da Sabedoria contrasta com a festa da insensatez (v. 13-18), e alerta os convidados para se afastarem dos tolos e escolherem o caminho do entendimento para terem a vida e a sabedoria.
"¹ A sabedoria já edificou a sua casa, já lavrou as suas sete colunas. ² Já abateu os seus animais e misturou o seu vinho, e já preparou a sua mesa.
A Sabedoria edifica sua casa, v.1,2 (símbolo de uma vida bem estruturada), lavra suas sete colunas (base sólida e perfeita), abate animais, mistura vinho e arruma a mesa, mostrando que a sabedoria requer esforço e provê fartura para uma celebração.
"³ Já ordenou às suas criadas, e está convidando desde as alturas da cidade, dizendo: ⁴ Quem é simples, volte-se para cá. Aos faltos de senso diz: ⁵ Vinde, comei do meu pão, e bebei do vinho que tenho misturado".
A Sabedoria envia suas "servas", v.3-5 (mensageiras) e clama das alturas da cidade, convidando os "ingênuos", "simples" e "faltos de senso" para participarem de seu banquete de pão e vinho, uma metáfora para a nutrição espiritual e o conhecimento.
"⁶ Deixai os insensatos e vivei; e andai pelo caminho do entendimento".
O convite no v. 6 é uma exortação, indicando que a escolha entre a sabedoria e a tolice define a própria vida.
Provérbios 9:8-12 destaca a diferença entre a atitude do sábio e do tolo (ou escarnecedor) diante da correção, e estabelece o fundamento da verdadeira sabedoria.
A Reação à Correção (v. 8-9): O sábio ama a repreensão porque a vê como uma oportunidade de crescer e aprender. Instruir o sábio o torna ainda mais sábio.
O sábio entende que a repreensão não é um ataque pessoal, mas uma oportunidade de crescimento. Por isso, ele retribui a correção com amor e gratidão.
A sabedoria não é um estado estático. Mesmo quem já é instruído busca aprender mais, acumulando conhecimento e entendimento ao longo da vida. Para o justo, o ensino serve como solo fértil; ele não rejeita o novo saber, mas o utiliza para aumentar sua "doutrina", seu conhecimento.
Em Efésios, a SABEDORIA está ligada ao Espírito Santo, que concede entendimento para conhecer a vontade de Deus e Seus propósitos. Viver prudentemente, expressando fé e amor, edificando uns aos outros, refletindo uma vida cheia da plenitude de Deus.
Paulo ora para que Deus dê aos cristãos o "espírito de SABEDORIA e de revelação" para conhecerem Cristo e o poder de Deus que opera neles a plenitude daquele que cumpre tudo em todos (Ef. 1:17-19).
Para que manifestem a "multiforme SABEDORIA de Deus" (Ef. 3:10). Exortando-os a viver "como SÁBIOS", não como insensatos (Ef. 5:15-17):
"Portanto, tenham cuidado com a maneira como vocês vivem; que não seja como insensatos, mas como sábios, aproveitando ao máximo cada oportunidade, porque os dias são maus. Portanto, não sejam insensatos, mas procurem compreender qual é a vontade do Senhor", para suas vidas.
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